Logo R7.com
RecordPlus

Edílson é indiciado por quatro crimes na fraude dos bilhetes premiados da Caixa Econômica Federal

O material apreendido na casa dos investigados liga Edílson aos integrantes, diz PF 

Bahia|Do R7 com Record Bahia

  • Google News
Edílson passou a tarde na sede da PF, em Goiânia, acompanhado de dois advogados
Edílson passou a tarde na sede da PF, em Goiânia, acompanhado de dois advogados

O ex-jogador da seleção brasileira, Edílson da Silva Ferreira, foi indiciado nesta segunda-feira (14) por quatro crimes contra fraudes nos pagamentos de loterias da Caixa Econômica Federal. De acordo com informações da PF (Polícia Federal), ele foi indiciado por lavagem de dinheiro, crime organizado, corrupção ativa e tráfico de influências.

Leia mais notícias no R7 BA


Experimente grátis toda a programação da Record no R7 Play!

Edílson passou a tarde na sede da PF, em Goiânia, acompanhado de dois advogados, para prestar esclarecimentos. Segundo ele, por ser uma pessoa famosa e conhecida, muita gente acaba oferecendo 'coisas' para ele e a família.


—Não tem nem como eu ter tido participação, todo mundo que me conhece sabe, principalmente as pessoas que andam comigo, os familiares. Eu estou com a consciência limpa.

O ex-jogador garantiu que não tem participação no esquema fraudulento. De acordo com as investigações da Polícia Federal, o material apreendido na casa dos investigados liga Edílson aos integrantes da organização criminosa e, por este motivo, ele foi indiciado.


Apesar disso, o ex-jogador permanece em liberdade. Entretanto, a PF irá analisar o material apreendido na casa dele e dos líderes da organização criminosa. Edílson foi flagrado em escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça. A PF concluiu que ele tinha ligação com líderes da quadrilha.

Segundo as investigações, ele atuava usando a fama e grandes movimentações de dinheiro para convencer os gerentes dos bancos a participarem do esquema. Quando o prazo para resgatar o dinheiro de um bilhete premiado estava acabando, os gerentes avisavam a organização criminosa. Os integrantes, então, falsificavam estes bilhetes e resgatavam o prêmio no lugar do ganhador.

A polícia deflagrou Operação Desventura, que teve início na sexta-feira (11), investiga fraudes no recebimento de bilhetes premiados da Caixa Econômica Federal.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.