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Grupo que sonegou R$ 20 milhões em ICMS na Bahia recrutava “laranjas” para abrir empresas

Seis envolvidos na fraude foram detidos durante a operação Minotauro

Bahia|Do R7

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Computadores, notebooks, pendrives e documentos ficais foram apreendidos
Computadores, notebooks, pendrives e documentos ficais foram apreendidos

O grupo envolvido em um esquema que sonegou R$ 20 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na Bahia, preso na quinta-feira (21), recrutava pessoas em Salvador, Lauro de Freiras e Simões Filho, para servirem de “laranjas” na abertura de empresas, que revendiam carne bovina e derivados a estabelecimentos nas três cidades. Após acumular dívidas milionárias em impostos, as empresas eram fechadas, segundo a delegada Débora Freitas, titular da Dececap (Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública).

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Seis pessoas são presas em operação contra a sonegação fiscal que gerou prejuízos de R$ 20 mi

Seis envolvidos na fraude foram detidos durante a operação Minotauro, coordenada pela Força Tarefa de Combate à Sonegação Fiscal, integrada pela SSP (Secretaria da Segurança Pública), por meio da Dececap, Sefaz (Secretaria da Fazenda) e MP (Ministério Público). Policiais cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará, Sergipe e Bahia.


O empresário Edson Fonseca Júnior e o contador Daniel Pinheiro de Queirós Filho foram presos em Salvador. Donos de uma importadora de alimentos, sediada em Belém, no Pará, os irmãos Gerson e João Franco Bueno tiveram os mandados cumpridos pela Polícia Federal, naquela cidade. Isaías Vanderley do Amaral e Antônio Edvaldo Silva de Araújo foram presos em Aracaju e no Rio de Janeiro, respectivamente.

O resultado da operação foi apresentado à imprensa, na manhã de quinta-feira (21), na sede da Dececap, em Piatã.


De acordo com o Ministério Público, o valor do crédito reclamado em nome das empresas, ou seja, com autos de infração já lavrados, é da ordem de R$ 6,2 milhões.

Computadores, notebooks, pendrives e documentos ficais foram apreendidos e serão analisados pela Polícia Civil, Sefaz e MP.

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