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Infestação do mosquito Aedes aumenta em Salvador; até abril, 116 casos de dengue foram confirmados

Intermitência no abastecimento de água pode ser um dos fatores

Bahia|Do R7

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Mosquito é responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya
Mosquito é responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya

Salvador registrou aumento no número de mosquitos Aedes, responsável por transmitir doenças como dengue, zika e chikungunya, durante o mês de abril, de acordo como o Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre os dias 04 e 07 de abril.

Segundo pesquisa divulgada pela SMS (Secretaria Municipal de Saúde), o IPP (Índice de Infestação Predial) em Salvador revelou que a cada 100 imóveis visitados, três apresentaram focos do mosquito. O estudo revelou ainda que os depósitos preferenciais estão dentro dos domicílios como baldes, tonéis e outros recipientes utilizados para armazenamento de água. Os índices passaram de 1,5% (janeiro/2017) para 3,1%.


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Ainda de acordo com a Secretaria, a intermitência no abastecimento de água que acomete a capital nos últimos meses pode ser um dos fatores determinantes para o aumento do indicador. As condições climáticas com chuvas e forte calor facilita a reprodução dos mosquitos. Outro fator a ser considerado é o armazenamento de água em depósitos a nível de solo, local onde as equipes de campo mais encontram focos do Aedes aegypti, sendo que esta situação está ligada a intermitência no fornecimento de água.


Atividades de campo – Para o enfrentamento das arboviroses, a Prefeitura da capital baiana retomou no início do mês os “faxinaços” por toda a cidade com o objetivo de eliminar focos e criadouros dos vetores

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Casos das doenças – Apesar do aumento da infestação, Salvador tem apresentado queda acentuada no número de casos confirmados de dengue, zika vírus e chikungunya. Os dados apontam para a eficácia das estratégias aplicadas pelo município no controle da infestação pelo mosquito Aedes aegypti – que também é responsável pela transmissão do vírus da febre amarela, embora até agora só haja registros em micos e macacos – nos 12 distritos sanitários da capital baiana.

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Entre janeiro e abril deste ano, 116 casos de dengue foram confirmados. O número é cinco vezes menor que o do primeiro quadrimestre de 2016, quando 626 pessoas tiveram diagnóstico positivo. Em relação à chikungunya, o registro foi sete vezes menor, com 11 infectados até abril contra 79 no ano anterior. Já o número de pacientes com zika vírus chegou a 15 – menos da metade do que foi computado em 2016, quando 32 pessoas apresentaram sintomas da doença nos meses de janeiro a abril.

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