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Justiça nega relaxamento de prisão para suspeito de matar ex-dançarino em Salvador 

Defesa alegou uso desnecessário de algema no momento em que foi conduzido pelos policiais

Bahia|Do R7 com Record TV Itapoan

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Ricardo Luiz está custodiado no Complexo Penitenciário da Mata Escura
Ricardo Luiz está custodiado no Complexo Penitenciário da Mata Escura

A Justiça da Bahia negou na última quarta-feira (23) o relaxamento da prisão preventiva do Ricardo Luiz Silva da Fonseca, o guarda municipal acusado de matar o empresário e ex-dançarino Marcelo Tosta em dezembro do ano passado, em uma casa de shows.

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De acordo com o TJ (Tribunal de Justiça), a defesa do guarda, que está preso desde o dia 24 de fevereiro, no Complexo Penitenciário da Mata Escura, alegou uso desnecessário de algema no momento em que foi conduzido pelos policiais que realizaram a prisão dele, para justificar os pedidos feitos à Justiça.

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Marcelo Tosta dos Santos, de 37 anos, foi atingido nas costas e no braço após uma discussão com o autor dos disparos enquanto participava de uma festa no Coliseu do Forró.

A vítima morreu dentro da casa de shows. No momento, estava acontecendo um show da Banda Vingadora. A PM (Policia Militar) informou que acompanhou o atendimento do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que constatou o óbito da vítima e isolou a área até a chegada do DPT (Departamento de Polícia Técnica) para realização da perícia.

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