Logo R7.com
RecordPlus

“Morrendo aos poucos”, descreve comerciante que teve prejuízo de mais de R$ 200 mil após ter barraca destruída

Homem apareceu dizendo que era o verdadeiro dono do terreno, dando início ao conflito

Bahia|Do R7 com Record Bahia

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Patrimônio que construiu ao longo de 20 anos foi destruído
Patrimônio que construiu ao longo de 20 anos foi destruído

“Morrendo aos poucos”, descreve o dono de uma barraca no bairro do Imbuí, em Salvador, que teve o património destruído. Há mais de 10 anos, Josué comprou o local onde a barraca foi construída. A área ao lado foi cedida pelo dono do terreno, que possuiu a documentação, para construção do depósito, onde ele guardava as mercadorias.

O depósito tinha sido construído, com a autorização do proprietário, há pelo menos três anos. Anos depois, um homem apareceu dizendo que era o verdadeiro dono do terreno, dando início ao conflito.


Leia mais notícias em R7 BA

Experimente grátis toda a programação da Record no R7 Play


O suposto proprietário chegou a ameaçar o comerciante e ainda derrubou uma parede do depósito. O homem construiu a parede que havia sido derrubada e arrumou o local.

Nesta semana, Josué foi acordado com uma ligação na madrugada, por volta de 3h, e descobriu que parte do patrimônio que construiu ao longo de 20 anos havia sido destruído.


— Apareceram com a máquina poclain e derrubaram tudo. Quando eu cheguei já estava tudo no chão.

No local, o comerciante guardava caixas com bebidas, duas motos que transportavam os produtos, bicicletas e diversas materiais. O comerciante chegou a prestar queixa na delegacia de flagrante. O local foi periciado pelo DPT (Departamento de Polícia Técnica).


Visivelmente abalado, o comerciante contou que mais de 150 caixas de cerveja, 80 cheias, 80 jogos de mesa, moto e bicicleta ficaram destruídos, causando prejuízo que ultrapasse R$ 200 mil.

— Imagine quanto tá esse prejuízo aí? Pra você fazer tudo isso aí de novo, que eu não tenho mais condições de fazer.

Além do comerciante, a barraca assegurava o sustento do filho e do genro de Josué. Com a situação, ele afirmou que não sabe “que fazer daqui pra frente”.

— Numa situação dessa, como é que vai ficar? Não tem mais trabalho pra ninguém praticamente, né? Só Deus na luta.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.