Mutirão vai avaliar capacidade respiratória de fumantes e ex-fumantes
Testes serão realizados gratuitamente na Praça da Piedade, em Salvador
Bahia|Do R7

Dificuldade para caminhar ou para subir uma escada, cansaço, pigarro, tosse com expectoração, falta de ar e dores no corpo são alguns dos sintomas da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). Na próxima quinta-feira (15), das 8 às 12h, na praça da Piedade, acontecerá um mutirão para realizar o diagnóstico da doença.
O evento vai contar com a participação de médicos e estudantes de medicina de várias instituições que estarão atendendo voluntariamente.
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A doença é desconhecida por boa parte da população e, em casos mais avançados, o paciente pode ter dificuldade até para movimentos mais simples.
Durante o mutirão, fumantes acima dos 40 anos ou com mais de 35 anos que tenham sintomas respiratórios, além de ex-fumantes, poderão realizar, gratuitamente, o exame de espirometria que avalia a capacidade pulmonar e diagnostica a DPOC precocemente. Os fumantes serão aconselhados e encaminhados aos centros de referência para tratamento de tabagismo ou DPOC, caso o exame confirme a doença. Exames de glicemia e aferição de pressão arterial também poderão ser realizados no local.
Sobre a DPOC
Doença inflamatória sistêmica e crônica dos pulmões, a DPOC acomete, geralmente, pessoas com mais de 40 anos de idade e é caracterizada por uma obstrução ou limitação crônica do fluxo do ar pelas vias respiratórias, que prejudica a respiração normal e compromete a capacidade respiratória.
Cerca de 7 milhões de brasileiros são portadores da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), segundo estimativa do Ministério da Saúde. Na Bahia, a doença atinge aproximadamente 320 mil pessoas. Anualmente, cerca de 40 mil pessoas morrem em consequência da DPOC no país, o que corresponde a quatro pessoas por hora.
Grande parte não é diagnosticada ou não recebe tratamento. Tosse e pigarro, sintomas minimizados por serem considerados comuns para quem fuma, geralmente, são os primeiros sinais da doença que em 80% dos casos é desencadeada pelo cigarro.













