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Pais de aluna que teria sido violentada por professor cobram justiça

Raul é foragido da Justiça e pode estar escondido na Espanha; a Interpol já foi avisada

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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O professor de geografia, que lecionava há três anos no Colégio Anchieta, desapareceu após pedir demissão da instituição de ensino
O professor de geografia, que lecionava há três anos no Colégio Anchieta, desapareceu após pedir demissão da instituição de ensino

Na manhã desta terça-feira (13), a família da adolescente que teria sido abusada pelo professor de geografia do Colégio Anchieta, no bairro da Pituba, em Salvador, se pronunciou pela primeira vez sobre o caso.

Em nota divulgada à imprensa, por meio da advogada, a família da jovem tentou desmitificar que havia um envolvimento amoroso entre a vítima e o suspeito.


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O comunicado, que foi elaborada pela advogada Maria Adail Santos, com a anuência dos pais da garota, frisa a importância de uma investigação, mas apurada.


Em um dos trechos, os pais da adolescente criticaram alguns comentários disseminados nas redes sociais, que tratam a história como um “caso de amor”.

— Comentários de magnitude malévola, de afronta moral e psicológica qual vem recaído sobre a vítima, disseminados por alguns alunos do Colégio Anchieta, através de mídias pública e WhatsApp, quais insistem em tratar os crimes em apuração como ‘caso de amor’, recaindo sobre a vítima a maldição e culpa, quando por ausência de informações oficiais desconhecem o caráter, as astúcias delituosas, a hediondez, os propósitos e modus operandi que recai sobre o investigado.


A nota ainda esclarece um dos boatos que cercam o caso, em que a jovem supostamente teria gritado no pátio da escola que era apaixonada pelo suspeito. Em um dos trechos do comunicado, a advogada se refere a isso como uma ficção que teria nascido no ambiente escolar do Anchieta e amplamente divulgada pela imprensa.

A família da adolescente espera uma manifestação pública das autoridades policiais, pois eles entendem que os fatos investigados são de relevante gravidade.


O professor responde por crime de estupro de vulnerável, crime considerado hediondo, e pode ser condenado a até 15 anos de prisão
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De acordo com a denúncia dos pais da adolescentes, Raul Guimarães Neto iniciou conversas com a estudante quando a garota tinha 12 anos. Um ano depois, ele teria cometido conjunção carnal com a menor. A relação durou cerca de um ano, até ser descoberta pelos pais da vítima.

Raul, que é casado com uma jornalista romena, é considerado foragido da justiça e pode estar escondido na Espanha. A Interpol foi avisada sobre a fuga.

O professor desapareceu após pedir demissão da instituição de ensino, no dia 3 de junho.

O professor responde por crime de estupro de vulnerável, crime considerado hediondo, e pode ser condenado a até 15 anos de prisão. O caso segue em segredo de justiça.

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