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PM acusado de matar juiz durante briga de trânsito é julgado

Daniel dos Santos Soares está sendo submetido a júri popular desde o início da manhã desta terça-feira (27), no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador

Bahia|Matheus Pastori, do R7, com RecordTV Itapoan

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À época do caso, o PM alegou que atirou na clavícula do magistrado
À época do caso, o PM alegou que atirou na clavícula do magistrado

Acontece nesta segunda-feira (27) o júri popular do policial militar Daniel dos Santos Soares, suspeito de matar o juiz Carlos Alessando Pitágoras Ribeiro em 2010, durante uma briga de trânsito em Salvador. A primeira sessão do julgamento foi realizado na manhã dessa segunda, no Fórum Ruy Barbosa, bairro de Nazaré.

A juíza responsável pela condução do Tribunal é Andréa Teixeira Lima Sarmento Netto. Ela deu início ao júri por volta das 8h.

O Ministério Público da Bahia (MP/BA) acusa Daniel de homicídio doloso – com a intenção de matar. O soldado responde ao crime em liberdade.

À época do caso, o PM alegou que atirou na clavícula do magistrado "na intenção de detê-lo".

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Relembre o caso

O juiz Carlos Alessando Pitágoras Ribeiro foi assassinado à queima-roupa por um policial militar em serviço, após se envolver em uma briga de trânsito nas proximidades do shopping Iguatemi, na capital baiana.

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Conforme declarações do próprio policial, Daniel dos Santos Soares, lotado na 35ª Companhia Independente da PM, e confirmadas por testemunhas, Daniel teve o carro fechado pelo do juiz, que já teria descido do veículo com uma pistola 9mm em punho.

O soldado alegou que atirou na clavícula do magistrado na intenção de detê-lo, mas a vítima teria continuado a ameaçá-lo. Ele então atirou pela segunda vez, atingindo o abdômen do juiz.

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O PM solicitou socorro, mas quando a ambulância chegou o juiz já estava morto. Ribeiro integrava o Conselho Fiscal da Associação dos Magistrados da Bahia. O policial foi ouvido ainda no sábado (10) e liberado para responder ao inquérito em liberdade.

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