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Polícia Civil investiga ação de pichadores que agem no Centro de Salvador

Polícia vai usar imagens do circuito de segurança de um dos estabelecimentos pichados 

Bahia|Do R7

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Pena pode ser mais rigorosa no caso de monumento ou edificação tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico
Pena pode ser mais rigorosa no caso de monumento ou edificação tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico

A Polícia Civil busca identificar um grupo formado por cerca de dez pichadores que vem depredando prédios públicos e privados, no do Centro de Salvador.

A polícia está usando as imagens recuperadas do circuito de segurança de um dos estabelecimentos pichados para auxiliar nas investigações, conduzidas pelo delegado Márcio Vilas Boas, da 1ª DT (Delegacia Territorial) Barris.


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De acordo com o delegado, ocorrências registradas naquela unidade policial motivaram o início das investigações para identificar o grupo, que costumam agir durante a madrugada. A polícia revelou que parte dos pichadores fica responsável por observar a aproximação da polícia, enquanto os comparsas picham a fachada de prédios públicos e estabelecimentos comerciais da região.


Os vândalos serão autuados por crime ambiental, com base no artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais, e podem pegar de três meses a um ano de prisão. A penalidade pode ser mais rigorosa no caso de um monumento ou edificação tombada em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico. Nesses casos, os vândalos podem cumprir pena de seis meses a um ano de prisão e multa.

A população pode contribuir com a investigação, denunciando a ação por meio do Disque Denúncia (3235-0000) e pelos telefones da 1ª DT/Barris, 3117-6121 e 6123.

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