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Policiais militares realizam assembleia para votar propostas do governo

Assembleia ocorre na tarde de hoje no Wet'n Wild

Bahia|Do R7

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Governo apresentou um plano de reestruturação e modernização organizacional da Polícia Militar
Governo apresentou um plano de reestruturação e modernização organizacional da Polícia Militar

Os policiais e bombeiros militares fazem assembleia geral nesta terça-feira (15), às 15h, no Wet'n Wild, na avenida Paralela, em Salvador. Durante o evento, os profissionais vão decidir se aceitam ou rejeitam, total ou parcial, as propostas apresentadas pelo governador Jaques Wagner. O R7 entrou em contato com o coordenador-geral da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado), soldado Prisco, para saber qual a real possibilidade de greve da categoria e foi informado que tudo será decidido durante a assembleia.

O governo apresentou um plano de reestruturação e modernização organizacional da Polícia Militar à corporação na quinta-feira (10). Entre eles, a emancipação do Corpo de Bombeiros, que passa a ser uma instituição militar independente da PM, a concessão de aposentadoria para policiais femininas com 25 anos de serviço efetivo, além do novo código de ética e da maior transparência na promoção interna, a ampliação do acesso à carreira com a criação de cargos de cabos, sargentos e subtenentes.


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Para o comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, as mudanças representam um marco histórico para a corporação. Segundo o Secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, as propostas serão avaliadas pelos policiais militares e, após serem novamente analisadas pelo poder executivo, seguirá para a Assembleia Legislativa.


— Estamos abertos ao diálogo, há uma nova rodada de avaliação das propostas que estão sendo apresentadas às associações e batido o martelo vamos encaminhar à Assembleia Legislativa para apreciação e proposta de sugestões dentro do processo democrático.

A Aspra já se manifestou sobre o acordo proposto pelo governo e definiu como um "retrocesso para a categoria". Entre os pontos negativos listados pela associação estão o fato do governo não ter apresentado proposta sobre remuneração; suspensão por até 120 (cento e vinte dias) dias, sem remuneração; responder a transgressão disciplinar de natureza grave o militar que contrair dívida (ser incluído (a) no SPC/Serasa), cometer Infração de Trânsito, executar manobra perigosa em viatura, se recusar a ser submetido à revista, participar de manifestações de caráter reivindicatório, entre outros.

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