Prefeito de cidade baiana é preso durante operação da PF para combater desvio de verba
José Idelfonso Borges dos Santos foi detido na residência onde morava
Bahia|Do R7 com Record Bahia
O prefeito do município de Fátima, a 319 km de Salvador, foi preso na manhã desta terça-feira (13). José Idelfonso Borges dos Santos foi detido na residência onde morava, durante o desencadeamento da “Operação 13 de Maio”, que pretende combater desvio de recursos públicos e corrupção praticados em 26 prefeituras na Bahia, além de Aracaju e Brasília.
Polícia Federal inicia operação para combater desvio de verbas de municípios baianos
Entre os suspeitos com prisão determinada pela Justiça, dois são prefeitos e seis são ex-prefeitos. Quatro vereadores também tiveram a prisão decretada, além de cinco secretários municipais e nove funcionários públicos. A Justiça determinou, o afastamento cautelar de sete pessoas de suas.
De acordo com a PF, as investigações revelaram a existência de uma organização criminosa em atividade há mais de 10 anos, composta por funcionários públicos e empresários. O grupo desviava recursos públicos oriundos da conta do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), além de outros de origens federais, estaduais e municipais. Eles utilizavam empresas de fachadas e laranjas para a realização de serviços de engenharia, de transporte escolar e realização de eventos sociais.
Cerca de 400 Policiais Federais, com o apoio de 45 servidores da CGU (Controladoria-Geral da União) e 45 da Receita Federal, cumprem 29 mandados de prisão temporária e 83 mandados de busca e apreensão, decretados pela Justiça Federal.
Foram identificadas irregularidades nas cidades de Fátima, Heliópolis, Ipecaetá, Aramari, Banzaê, Ribeira do Pombal, Sítio do Quinto, Água Fria, Novo Triunfo, Itiruçu, Ourolândia, Santa Brígida, Paripiranga, Itanagra, Quijingue, Sátiro Dias, Coração de Maria, Cícero Dantas, Lamarão e São Francisco do Conde.
Os envolvidos responderão por crimes de responsabilidade, malversação de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, organização criminosa, uso de documento falso e crimes da lei de licitações. Prédio no bairro no Comércio e Centro Empresarial no bairro da Calçada














