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Preso após sequestrar e matar idosa, pedreiro diz que cometeu crime por causa de pagamento de serviço

Acusado foi capturado por policiais em Santo André e recambiado para Salvador

Bahia|Do R7

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Reginaldo Ferreira de Souza Bonfim, o “Baiano”, de 30 anos, permaneceu foragido, por vários meses, no estado de São Paulo
Reginaldo Ferreira de Souza Bonfim, o “Baiano”, de 30 anos, permaneceu foragido, por vários meses, no estado de São Paulo

O pedreiro que foi preso após sequestrar, torturar e matar a dona de casa Apolônia de Oliveira Santos, 60 anos, confessou que cometeu o crime após se desentender com a vítima. A discussão teve início durante a negociação do pagamento por um serviço que ele estava fazendo na residência de Apolônia, em Narandiba, em Salvador.

Reginaldo Ferreira de Souza Bonfim, o “Baiano”, de 30 anos, foi capturado por policiais no município de Santo André e recambiado para Salvador, na noite de sábado (20), depois de permanecer foragido, por vários meses, no estado de São Paulo.


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Após desembarcar no Aeroporto de Salvador, o criminoso seguiu para interrogatório no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), na Pituba, capital baiana. O acusado havia sido indiciado em inquérito instaurado no DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), por latrocínio.


Entenda o caso:

De acordo com a polícia, Apolônia desapareceu no dia 4 de julho de 2013. Ela foi assassinada em sua casa, no bairro de Narandiba, no ano passado, e teve o corpo enterrado em um areal, na zona rural de Vitória da Conquista. A vítima foi encontrada morta em 18 de agosto daquele ano, no interior da Fazenda Campo Bravo, no distrito de José Gonçalves, em Vitória da Conquista, a 509 de Salvador. O corpo da aposentada já em estado de decomposição. O DPT (Departamento de Polícia Técnica) fez a identificação.


Segundo as investigações, a vítima chegou a ser vista por vizinhos, acompanhada do pedreiro, que, além de levá-la morta, de Salvador para Vitória da Conquista, roubou-lhe um notebook, uma máquina fotográfica, aparelhos celulares e um veículo Palio, de cor prata, placa JSY 6431, que foi incendiado pelo criminoso. O carro foi encontrado no povoado de Simão, zona rural de Conquista, onde ele tem familiares.

Reginaldo teria retornado ao local do crime no dia 7 de julho, conduzindo o Palio, e pediu a um segurança da Fazenda Campo Bravo algumas ferramentas para desatolar o carro. Essas ferramentas supostamente foram usadas para enterrar o corpo de Apolônia. Moradores da região chegaram a flagrá-lo conduzindo o veículo da aposentada. O criminoso também foi reconhecido pelo empregado da fazenda.

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