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Rodoviários e empresários não entram em acordo e greve pode ser deflagrada na terça-feira (19)

Reunião ocorreu esta quarta-feira (13)

Bahia|Do R7

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De acordo com o sindicato, nenhuma proposta foi colocada pelo patronal para discussão diante do MPT
De acordo com o sindicato, nenhuma proposta foi colocada pelo patronal para discussão diante do MPT

Os rodoviários e empresários não entraram em acordo, durante a reunião promovida pelo MPT (Ministério Público do Trabalho), nesta quarta-feira (13), na sede do órgão, no Corredor da Vitória, em Salvador. De acordo com o Sindicato dos Rodoviários da Bahia, nenhuma proposta foi colocada pelo patronal para discussão diante do MPT.

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Na quinta-feira (14), uma assembleia será realizada pela categoria para decidir a possibilidade de greve. Caso os rodoviários sejam favoráveis, eles devem paralisar as atividades na próxima terça-feira (19).

A categoria já tinha decretado estado de greve em assembleia realizada na quinta-feira (7), mas com a intervenção do MPT, a categoria decidiu esperar a reunião de hoje para decidir sobre a greve.


O R7 BA entrou em contato com o presidente do sindicato Hélio Ferreira para saber se eram verídicos os boatos que circulam nas redes sociais sobre a perda de alguns direitos trabalhistas dos rodoviários, por conta dos novos consórcio. O presidente afirmou que eram apenas boatos e que os trabalhadores não perderam nenhum direito. — O sindicato jamais aceitaria isso.

Os empregados foram representados pelo Sintroba (Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado da Bahia), e haviam apresentado a pauta de reivindicações, mas não receberam uma contraproposta dos patrões, representados pelo Sintran (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros do Estado da Bahia), pelo Sinfrete (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Fretamento e Turismo do Estado da Bahia) e pelo Setps (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros de Salvador).

A intervenção do MPT foi solicitada pelos trabalhadores e foi conduzida pelos procuradores Pedro Lino de Carvalho Júnior e Bernardo Guimarães. A proposta apresentada pelo MPT na primeira reunião era de ganho real de 2,5% acima da inflação no ano, reajuste no tíquete alimentação para R$16, com desconto de 5% desse valor em folha, a título de contrapartida, e redução do valor descontado dos funcionários a título de contrapartida para o plano de saúde, que cairia dos atuais R$27 para R$13,50. Também foi proposta a criação de uma comissão para a implantação do Programa de Participação nos Lucros e Resultados, com prazo de 60 dias.

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