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Saúde Sem Fronteiras deve atender 12 mil pessoas no norte da Bahia

Na área oftalmológica, estão previstas cinco mil consultas e 1,5 mil cirurgias de catarata

Bahia|Do R7

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Com duração que varia de quatro a seis minutos, a cirurgia de catarata é feita em uma das unidades móveis do programa
Com duração que varia de quatro a seis minutos, a cirurgia de catarata é feita em uma das unidades móveis do programa

Milhares de moradores de Juazeiro e de outros nove municípios da região norte da Bahia têm recebido diversos atendimentos viabilizados pelo programa Saúde Sem Fronteiras. Realizados pelo Governo do Estado, por meio da Sesab (Secretaria da Saúde), com apoio do governo federal, através do Ministério da Saúde, os atendimentos ocorrem no pátio da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), em Juazeiro, até o dia 24 de novembro.

Na área oftalmológica, estão previstas cinco mil consultas e 1,5 mil cirurgias de catarata. Com duração que varia de quatro a seis minutos, o procedimento cirúrgico é feito em uma das unidades móveis do programa. 


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De acordo com o anestesista Davi Lemos, que trabalha no pronto atendimento médico do Saúde Sem Fronteiras, antes de serem submetidos à cirurgia, os idosos realizam uma série de exames. 

— Primeiro, precisamos fazer a triagem para ter a certeza de que o paciente tem catarata e se depois de operar, eles terão uma melhora visual. Tendo esta indicação bem precisa, a gente passa pela segunda fase, que é confirmar se o paciente tem condições clínicas de fazer a cirurgia.


Mamografias

A expectativa da Sesab é que mais de 12 mil pessoas sejam atendidas pelo programa em Juazeiro. Além dos serviços oftalmológicos e do Odontomóvel, que oferece procedimentos de saúde bucal como extração, obturação, canal, profilaxia, aplicação de flúor, entre outros, a unidade móvel de rastreamento do câncer de mama também está no pátio da Univasf para a realização de mamografias em mulheres de 50 a 69 anos.


Hemóvel

O Saúde sem Fronteiras, no pátio da Univasf, também é opção para quem quer prestar solidariedade doando sangue e se cadastrando como doador de medula óssea. O autônomo Jairo Fernandes, 28, foi uma das pessoas que colaboraram com o estoque de sangue da Hemoba (Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia). 

— Uma doação salva muitas vidas. É por isso que sempre estou doando.

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