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Segundo suspeito de sequestro em shopping nega que conhecia a vítima

Acusado disse que foi ao locar para roubar o veículo

Bahia|Do R7

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Homem faz parte de uma quadrilha de roubo, adulteração e receptação de veículos
Homem faz parte de uma quadrilha de roubo, adulteração e receptação de veículos

O segundo suspeito do sequestro de uma mulher no estacionamento de um shopping na capital baiana negou que tenha participado do estupro e disse que não conhecia a vítima. Adriano Santana Silva, 23 anos, foi preso na terça-feira (11), no município de Ouriçangas, localizado a 143 km de Salvador.

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Segundo suspeito de sequestro em shopping é preso

O homem contou que José Aparecido da Conceição, 35, o chamou para ir ao shopping para roubar um carro. Eles entraram e ficaram no estacionamento esperando passar uma mulher sozinha para agir. Segundo o suspeito, a comerciante estacionou próximo à escada-rolante e subiu. Pouco depois, ela voltou e José Aparecido desceu do carro armado e rendeu a mulher. Adriano negou a afirmação do comparsa, que disse que a vítima era o alvo do roubo, pois Adriano já a conhecia e sabia que ela trabalhava vendendo confecção e deveria ter dinheiro com ela. O suspeito disse que não conhecia a vítima e nunca trabalhou no shopping.


Ainda de acordo com Adriano, após render a mulher, José Aparecido saiu do estabelecimento no carro da vítima. Adriano estava guinado o outro veículo e, como demorou para sair, o homem teria mandado ele ir para casa e disse que pegaria o veículo no outro dia.

O acusado afirmou que só no outro dia ficou sabendo que a mulher foi estuprada.


— No outro dia, quando saiu as imagens, ele ligou pra mim para dizer que tinha saído na televisão e eu estava como estuprador. Eu perguntei o que ele tinha feito com a mulher, ele falou: eu não resisti, a mulher era bonita e violentou a mulher. Eu falei: quando você for pego, seja homem e assuma o seu negócio por que eu não vou assumir nada, eu só vou assumir que eu dirigi e participei do roubo do carro, mas de estupro não.

Adriano revelou que ia se apresentar, chegou a conversar com o advogado, mas estava sendo ameaçado de morte.


O delegado Marcos César da Silva, da DRFRV (Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos) disse que, pelas investigações, a versão de Adriano é verdadeira. A dupla faz parte de uma grande quadrilha de roubo, adulteração e receptação de veículos, chefiada por um ex-policial militar. Ainda de acordo com o delegado, apenas a quantidade de veículos roubados que está sendo omitido pelo acusado.

Adriano é casado e tem uma filha de quatro anos.

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