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Sócio da Barramar diz que não sabia que empresa ia fechar

Assessor jurídico negou que a empresa estivesse passando por dificuldade financeira

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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Sócio disse que não participou das negociações
Sócio disse que não participou das negociações

O fechamento da Barramar é cercado de mistério. O acionista e um dos fundadores da Barramar, senador Lauro Antônio, afirmou no programa Balanço Geral desta segunda-feira (2), que não sabia que a empresa ia parar de circular em Salvador a partir de 1º de junho. O senador disse que não participou das negociações e consultou as pessoas que estavam à frente da empresa e todos negaram conhecimento do fato.

— Tomei como surpresa. A empresa é S/A (Sociedade Anônima) e teria que ter participado dessa decisão.


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O assessor jurídico da Barramar, Givanildo Silva, negou que a empresa estivesse passando por dificuldade financeira. A Barramar tem aproximadamente 1.200 funcionários entre motoristas, cobradores, administração, manutenção e serviço gerais. Os empregados não sabem o que vai acontecer, mas não acham que o problema da empresa seja financeiro já que sempre pagou os salários e benefícios em dia.


— Nunca atrasou salário, nunca atrasou tíquete (alimentação). Em dia ou até antes, o dinheiro está na conta. Antes da data, a empresa está depositando o nosso dinheiro, declarou um funcionários.

Na quinta-feira (29), a Semut (Secretaria Municipal de Urbanismo e Transporte) informou que existiam indícios de que a empresa estaria passando por dificuldades financeiras.

A Transalvador remanejou as 55 linhas da Barramar para 15 empresas de transporte coletivo, que assumiram a operação dessas rotas no domingo.

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