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Vendedores do coco devem ser remanejados por conta de obras no Jardim de Alah

Segundo a Semop, massoterapeutas também serão realocados até a conclusão das obras 

Bahia|Do R7

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O diretor geral de Serviços Públicos da Semop ressaltou que deverá ser assegurado um novo local para atuação dos trabalhadores
O diretor geral de Serviços Públicos da Semop ressaltou que deverá ser assegurado um novo local para atuação dos trabalhadores

Até o final desse mês a Semop (Secretaria Municipal de Ordem Pública) deve promover o remanejamento temporário de vendedores de coco, que trabalham em quiosques no trecho da orla do Jardim de Alah, em Salvador, para que sejam iniciadas as intervenções no local. Além disso, cerca de 30 massoterapeutas que atuam nas imediações também devem ser realocados. O diretor-geral de Serviços Públicos da Semop, Elton Nogueira, ressaltou que não haverá retirada dos trabalhadores antes de um novo local ser definido e que as opções apresentadas pela a associação estão sendo estudadas.

De acordo com a titular da Semop, Rosemma Maluf, na próxima semana será feita uma vistoria para definir o remanejamento até a conclusão das obras.


— Já providenciamos um meio de garantir a continuidade do trabalho desses ambulantes em outro local, e estamos discutindo com os massoterapeutas uma forma de manter a atividade deles nas proximidades. Os vendedores de coco serão transferidos para quiosques localizados após o coqueiral do Jardim de Alah. Sobre o retorno deles ao local que ocupam atualmente, isso depende do projeto de reurbanização a cargo da Conder.

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Segundo Téo Sena, diretor de Esportes e Lazer da Semps (Secretaria de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza), em reunião realizada na quarta-feira (17), a Amaja (Associação de Massoterapeutas do Jardim de Alah) deu como opção para o remanejamento um estacionamento público localizado na orla do bairro ou o espaço onde existia o antigo Clube Português.


—Esse remanejamento é algo delicado que depende de três etapas. O primeiro passo é encontrar um local para estes profissionais continuarem com suas atividades. Em seguida, precisamos obter com a Conder a garantia de que estas pessoas voltarão ao local de origem após a requalificação. O passo final diz respeito à regulamentação da profissão em Salvador.

Para o presidente da Amaja, João Mário Néry dos Santos, a requalificação do trecho é válida, mas é preciso que o governo do estado ofereça as garantias de que será possível retornar à área.

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