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Vizinha acusada de envenenar mãe e filhas será julgada hoje

O pai das vítimas busca justiça em julgamento sem a presença da acusada

Bahia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O julgamento do caso de envenenamento em Maragogipe começa após oito anos e sete adiamentos.
  • O crime, que resultou na morte de Adriane Ribeiro e suas filhas, ocorre em 2018 e a acusada não está presente no julgamento.
  • Jefferson Santos, pai das vítimas, busca justiça após ter sido suspeito injustamente do crime.
  • A expectativa é que o julgamento esclareça as circunstâncias e motivações por trás das mortes trágicas.

 

O julgamento do caso de envenenamento que resultou na morte de Adriane Ribeiro e das filhas Gleice Kelly, de 5 anos, e Ruth Ribeiro, de 1 ano, teve início nesta semana no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. O crime ocorreu em 2018, no município de Maragogipe, no Recôncavo baiano.

Segundo informações do caso, o processo chegou ao Tribunal do Júri após uma série de adiamentos ao longo dos últimos anos. A acusada, apontada pelas investigações como responsável pelo envenenamento das vítimas, não compareceu à sessão e apresentou justificativa por motivos de saúde.

De acordo com a acusação, a mulher mantinha proximidade com a família das vítimas. As investigações conduzidas pelas autoridades identificaram elementos que levaram ao indiciamento e posterior denúncia da suspeita pelo triplo homicídio.

O pai das crianças e marido de Adriane, Jefferson Santos, acompanha o julgamento. Durante a fase de investigação, ele também chegou a ser alvo de suspeitas, mas posteriormente deixou de ser considerado investigado no caso.

O caso ganhou repercussão na Bahia pela gravidade do crime e pelo longo período transcorrido até a realização do julgamento. A expectativa é que, durante as sessões, sejam analisadas provas, depoimentos e demais elementos reunidos ao longo da investigação.Ao final do júri, os jurados deverão decidir sobre a responsabilidade da acusada pelas mortes de Adriane Ribeiro e de suas duas filhas. A decisão poderá encerrar uma etapa judicial iniciada após o crime registrado em Maragogipe, em 2018.

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