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Alckmin mantém chefe da Casa Civil no governo

Envolvimento do tucano Edson Aparecido com cartel metroferroviário foi descartado 

Brasil|Do R7

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou na quinta-feira (4) que vai manter Edson Aparecido (PSDB) no comando da Casa Civil, principal pasta da administração estadual. A decisão foi tomada por Alckmin dois dias depois de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter descartado indícios de relações de Aparecido com o caso do cartel no setor metroferroviário em São Paulo.

Braço direito do governo e principal articulador político de Alckmin, Edson é também o nome mais cotado para assumir a coordenação da campanha do tucano à reeleição na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.


— O Edson permanece e o Julio Semeghini (secretário de Planejamento) também. Eles não serão candidatos, então não há razão (para que saiam).

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Além de anunciar a manutenção de Edson Aparecido na Casa Civil, Alckmin também confirmou a exoneração de seis secretários que vão disputar a eleição deste ano: Bruno Covas (PSDB), José Aníbal (PSDB), Silvio Torres (PSDB), Davi Zaia (PPS), Rodrigo Garcia (DEM) e Edson Giriboni (PV).

Ao contrário de Aparecido, Garcia e Aníbal foram incluídos no pedido enviado por Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual ele recomenda que a corte dê prosseguimento às investigações. O procurador afirma ver indícios de envolvimento de Garcia e Aníbal com o esquema que operou em licitações de trens em gestões do PSDB no governo de São Paulo entre 1998 e 2008. Ambos negam as acusações.


As seis exonerações anunciadas por Alckmin serão publicadas nesta sexta-feira (4) no Diário Oficial. Os cargos serão preenchidos temporariamente pelos secretários adjuntos até a semana que vem, quando o governador deve fechar os nomes do primeiro escalão.

— Só vamos nomear os secretários em definitivo na semana que vem. Os responsáveis assumem durante essa semana.


Garcia indicou dois nomes ao governador para substituí-lo na Secretaria de Desenvolvimento Econômico: o economista Marcos Cintra e João Octaviano Machado Neto, superintendente da Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD).

Para a Secretaria de Gestão, controlada pelo PPS, dois nomes foram colocados na mesa para substituir Zaia: Vladimir Caputo, ex-presidente da Caixa Beneficente dos Funcionários do Banco do Estado de São Paulo, e Alex Manente, deputado estadual.

O favorito para substituir Bruno Covas (PSDB) no comando do Meio Ambiente é o ex-presidente da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) Walter Lazarini.

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