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Após morte de Campos, especialistas palpitam sobre o surgimento de novas lideranças para 2018

Aécio Neves (PSDB) deverá herdar potencial de voto que ex-governador de PE apresentava

Brasil|Do R7*

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Campos despontava como uma das lideranças políticas para 2018
Campos despontava como uma das lideranças políticas para 2018

O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) morreu vítima de um acidente de avião em agosto deste ano, quando era um dos principais candidatos à Presidência da República nas Eleições 2014. Reconhecido pela classe como uma importante liderança política que despontava, principalmente em sua região, Campos morreu jovem e deixou o Brasil órfão de caras novas para as futuras disputas políticas.

Especialistas ouvidos pelo R7 afirmam que, se Campos estivesse vivo, ele provavelmente não teria sido eleito, mas teria usado o pleito como trampolim para a disputa de 2018 e costurado acordos políticos para ser competitivo na próxima disputa eleitoral.


Na opinião do sociólogo Rodrigo Augusto Prando, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o político teria feito o que é conhecido como “recall”, conquistar visibilidade para a disputa de 2018. Segundo ele, quem vai atravessar esse processo agora é o candidato derrotado à Presidência Aécio Neves (PSDB).

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O cientista político David Fleischer, professor da Unb (Universidade de Brasília), afirma que Campos era um jovem líder em ascensão. Fleischer acredita no surgimento de novas lideranças, “não do PSB, mas de algum outro partido”. Porém, o principal nome da próxima disputa já é conhecido e, segundo Fleischer, “o forte candidato se mobilizando desde já é o Aécio Neves”.

Aécio Neves deverá se destacar na política e chegar forte em 2018
Aécio Neves deverá se destacar na política e chegar forte em 2018

Para Prando, a previsão é que daqui a quatro anos Aécio Neves e Marina Silva (PSB) voltem a ser grandes nomes na corrida presidencial. Vale lembrar que o tucano é senador e está se esforçando para ganhar espaço no papel de oposição, enquanto Marina permanece sem nenhum cargo.


— É muito difícil mal tendo começado o mandato de Dilma saber quem seriam as lideranças de 2018. Provavelmente surgirão, há uma prévia de que o Bolsonaro, do Rio de Janeiro, tem a intenção de disputar à Presidência da República, assumindo nitidamente uma postura de direita conservadora, mas ainda é cedo pra gente dizer os nomes.

*Colaborou Naiara Araújo, estagiária do R7

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