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Aprovada quebra de sigilos bancário e telefônico de tesoureiro do PT

João Vaccari Neto é acusado de captar dinheiro de propina da Petrobras para o partido

Brasil|Carolina Martins, do R7, em Brasília

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Vaccari estaria envolvido no escândalo de corrupção da Petrobras
Vaccari estaria envolvido no escândalo de corrupção da Petrobras

Com diferença de apenas um voto, deputados e senadores da CPMI da Petrobras aprovaram, nesta terça-feira (18), o pedido de quebra dos sigilos bancário e telefônico do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, nos últimos nove anos.

De acordo com o requerimento aprovado, as movimentações financeiras e as ligações telefônicas feitas por Vaccari entre janeiro de 2005 e maio de 2014 devem se tornar públicas para os integrantes da CPMI.


Parlamentares da base aliada ao governo se posicionaram contra a quebra de sigilo de Vaccari, alegando que a comissão não pode se pautar por questões políticas. O argumento é de que, se o tesoureiro do PT for investigado, o sigilo dos tesoureiros de todos os outros partidos também precisa ser quebrado.

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O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi um dos parlamentares que se posicionou contra. Segundo ele, é “perigoso” convocar tesoureiros de partidos.

— Qual é o papel do tesoureiro do partido? É dirigir a verba do partido e arrecadar a verba. Todos os tesoureiros de partidos cumprem esse papel, de arrecadar fundos legais.

O pedido de quebra de sigilo foi feito baseado em denúncia de que Vaccari teria recebido US$ 8 milhões da construtora Odebrecht a partir de um contrato fechado com a área internacional da Petrobras. A suspeita é de que o repasse teria ocorrido durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010. ​

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