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Congresso vota 95 vetos presidenciais e sete projetos

Renan convocou para o dia 15 de outubro nova sessão para apreciação de vetos

Brasil|Da Agência Brasil

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Renan quer nova sessão para o próximo dia 15 de outubro
Renan quer nova sessão para o próximo dia 15 de outubro

O Congresso Nacional (Câmara e Senado) apreciou na noite desta terça-feira (17) 95 vetos presidenciais a sete projetos aprovados por deputados e senadores. A votação foi secreta e em cédulas de papel. Para que um veto seja derrubado são necessários, no mínimo, 257 votos de deputados e 41 de senadores a favor.

O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), convocou para o próximo dia 15 de outubro nova sessão do Congresso para a apreciação dos vetos presidenciais que estiverem trancando a pauta naquela data.

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— Realmente esta nova modalidade [de apreciação de vetos] está se mostrando eficiente e os vetos, como todos veem, não é mais o entulho legislativo que se acumulava durante os anos.

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A sessão de ontem foi a segunda para a análise de vetos, dentro das novas regras de apreciação de vetos presidenciais.

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Entre os vetos apreciados pelos parlamentares, o mais polêmico é o veto total ao projeto de lei que acaba com a multa de 10% sobre o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que é recolhido pelo empregador no caso de demissão sem justa causa.

A matéria que recebeu mais vetos, no total de 85, foi a MP (Medida Provisória) 610, cujos vetos em sua maior parte tratam de renegociação de dívidas agrícolas.

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Também foram apreciados os vetos da presidente Dilma Rousseff aos projetos que reconhecem os papiloscopistas como peritos oficiais, que concede anistia aos empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos por greves, que inclui os servidores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) entre os que exercem atividade exclusiva de Estado, o que institui o Estatuto da Juventude e ao projeto que prevê penalidades para crimes de empresas contra a administração pública.

Votaram na sessão do Congresso 455 dos 513 deputados e 73 dos 81 senadores. Foram usadas 12 urnas, sendo nove para as votações dos deputados e três para votações dos senadores.

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