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Corte de despesas do Orçamento será "significativo" para cumprir meta do primário, diz Dilma

Presidente 'cobra' Congresso para aprovação do ajuste fiscal, 'imprescindível para a economia'

Brasil|, com Agência Brasil

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No Rio Grande do Sul, Dilma afirmou que o contingenciamento é fundamental para o superávit primário de 1,2%
No Rio Grande do Sul, Dilma afirmou que o contingenciamento é fundamental para o superávit primário de 1,2%

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (20) que o contingenciamento do Orçamento da União para este ano — na prática, o corte de despesas do governo — será "significativo" para garantir o cumprimento da meta de superávit primário de 1,2% do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todas as riquezas do País).

— Esta semana foi aprovado o Orçamento, agora, assim que sancionado, nós vamos [...] fazer o contingenciamento, que será significativo, não vai ser um pequeno contingenciamento. [...] É fundamental que tratemos do contingenciamento, porque temos um objetivo, que é fazer 1,2% de superávit primário.


O superávit primário é a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública.

Dilma, que falou com jornalistas em Eldorado do Sul (RS), disse ainda que "para fazer isso [contingenciamento], contamos com as medidas que enviamos ao Congresso e também com um processo de redução dos nossos gastos, o que só pode ser feito depois do orçamento aprovado”.


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A presidente reforçou que a aprovação do ajuste fiscal é imprescindível para a economia do País. Segundo ela, quanto antes isso for feito, mais rápido governo e economia sairão da restrição.


O Orçamento da União foi aprovado com quase três meses de atraso. A proposta deveria ter sido votada no fim do ano passado, para vigorar a partir de 1º de janeiro, mas, por falta de acordo, a votação foi adiada várias vezes.

Até a sanção da proposta orçamentária para 2015, o governo continuará usando 1/12 para custeio e despesas permanentes.


Dilma Rousseff voltou a defender a agilidade na aprovação das medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo. De acordo com a presidenta, a aprovação é imprescindível para o país e permitirá que o governo, a economia e sociedade saiam de uma situação de maior restrição.

— A partir daí, todas as demais medidas serão tomadas.

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