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De estagiário a presidente do Banco do Brasil: conheça Aldemir Bendine, novo presidente da Petrobras

Comandante do banco público substitui Graça Foster na maior estatal do País

Brasil|Do R7

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Funcionário de carreira no BB, Aldemir Bendine entrou no banco aos 15 anos como estagiário e foi efetivado em 1982
Funcionário de carreira no BB, Aldemir Bendine entrou no banco aos 15 anos como estagiário e foi efetivado em 1982

Aldemir Bendine, anunciado nesta sexta-feira (6) como substituto de Graça Foster na presidência da Petrobras, foi funcionário de carreira do Banco do Brasil.

Ele entrou no banco aos 15 anos como estagiário e, em 1982, foi efetivado no BB como concursado. Com o tempo, ele foi crescendo na empresa: foi assessor na Superintendência de São Paulo, gerente-executivo da diretoria de Varejo e secretário-executivo do Conselho Diretor.


Depois de ser vice-presidente de Varejo, se tornou presidente do banco, assumindo o cargo em abril de 2009. Durante sua gestão, a carteira de crédito do Banco do Brasil quase duplicou: de R$ 300 bilhões em 2009, para R$ 520 bilhões no fim de 2012.

Mesmo com o cargo importante, o palmeirense fã da banda Queen ainda é chamado de “Dida” pelos amigos mais próximos.


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Nascido em Paraguaçu Paulista, interior de São Paulo, Bendine entrou várias vezes em listas de “mais poderosos” de revistas e sites. Mesmo não sendo filiado a nenhum partido político, o nome dele sempre é associado ao PT.


Casado e pai de duas filhas, Bendine foi aluno de administração de empresas na PUC-Rio.

Aos 52 anos, Bendine já viu seu nome envolvido em duas grandes polêmicas. Em 2010, ele comprou um apartamento no interior de São Paulo pagando cerca de R$ 150 mil em dinheiro vivo e foi autuado por não comprovar a procedência de cerca de R$ 280 mil declarados no Imposto de Renda. A Receita avaliou que o valor dos bens dele aumentaram mais do que os rendimentos.


Porém, ele pagou multa de R$ 122 mil à Receita Federal para se livrar de possíveis acusações sobre a evolução de seu patrimônio e do apartamento.

Além disso, também quase desistiu da presidência do banco no ano passado após ter concedido um empréstimo de R$ 2,7 milhões que contrariava normas do BB. Porém, na época, ele negou participação na concessão.

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