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Eduardo Cunha afirma que decisão de Maranhão é "irresponsável e absurda"

Afastado da Câmara, peemedebista nega estar por trás da anulação do impeachment

Brasil|Mariana Londres, do R7, em Brasília

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Cunha afirma não ter participação no episódio
Cunha afirma não ter participação no episódio

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse por meio de nota nesta segunda-feira (9) que considera “absurda, irresponsável, antirregimental e feita à revelia do corpo técnico da Casa” a decisão do presidente em exercício Waldir Maranhão (PP-MA) de anular a votação do impeachment da presidente Dilma na Câmara.

Cunha diz ainda que a participação do Advogado-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e do governador do Maranhão, Flávio Dino, na confecção da decisão mostram uma interferência indevida, o que ele chamou de '"tentativa desesperada de evitar a instauração, pelo STF (Supremo Tribunal Federal), do processo de impeachment".


O presidente afastado finaliza a nota dizendo condenar as insinuações publicadas por jornalistas, Ele classifica de inescrupulosas as publicações de que ele teria participação no episódio.

Presidente interino da Câmara anula processo de impeachment


Em dezembro, quando comandava a Câmara, Cunha foi o responsável pela aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, ele disse que a decisão foi tomada unicamente com base no parecer técnico e que a decisão se trata exclusivamente de aceitar o pedido.

Cunha também foi responsável pelo rápido prosseguimento do processo. Para isso, ele abriu sessões às sextas e segundas-feiras, dias da semana que não têm sessões. A própria votação pela admissibilidade do impeachment foi realizada em um domingo.

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