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Em evento do Consea, Dilma volta a negar cortes no Bolsa Família

Presidente disse que ajuste vai evitar impactos em programas sociais

Brasil|Do R7

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Dilma afirmou que o País passa por um momento temporário de ajuste e que levará o Brasil para condições econômicas melhores
Dilma afirmou que o País passa por um momento temporário de ajuste e que levará o Brasil para condições econômicas melhores

A presidente Dilma Rousseff voltou a garantir que não permitirá cortes no Bolsa Família, uma das bandeiras do governo do PT. Durante discurso na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, evento organizado pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Ela afirmou que o País passa por um momento temporário de ajuste e que levará o Brasil para condições econômicas melhores.


— Passamos, hoje, por momento de ajustes, necessário para organizar nossa situação fiscal, reduzir a inflação e recuperar economia.

Dilma ainda disse que as escolhas que têm sido feitas neste momento de ajuste foram no sentido de evitar impactos nos programas sociais.


— As escolhas que fizemos estiveram orientadas por compromissos de não abrir mão de políticas que mudam o Brasil.

Durante o evento, houve protesto pela rejeição da Proposta de Emenda à Constituição 215, que transfere do Executivo para o Legislativo a atribuição de demarcar terras indígenas.


Apesar de o governo já ter se posicionado contrário à proposta, a presidente não tocou no assunto em seu discurso. O texto foi aprovado na semana passada em uma comissão especial da Câmara. Para valer, ainda precisa ser votado em dois turnos tanto pelo plenário da Câmara quanto do Senado.

Durante o evento, ela assinou o decreto para regulamentar a lei 11.265, que tem o objetivo de assegurar o uso apropriado e estabelece orientações para comercialização e publicidade de produtos direcionados às crianças de até três anos, como leites artificiais, papinhas industrializadas, mamadeiras e chupetas - as empresas poderão vender, mas não fazer publicidade. Os estabelecimentos terão um ano para se adaptar e, em caso de descumprimento da lei, podem sofrer interdição e multa de até R$ 1,5 milhão. A presidente também assinou o pacto nacional para alimentação saudável.

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