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Em seis meses, seis ministros deixaram o governo Temer

Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, entregou o cargo nesta sexta-feira

Brasil|Do R7

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Geddel Vieira Lima pediu demissão nesta sexta-feira
Geddel Vieira Lima pediu demissão nesta sexta-feira

Em cerca de seis meses de governo, seis ministros de Michel Temer deixaram os cargos. Após assumir interinamente em maio deste ano — a posse oficial ocorreu em agosto, após conclusão do processo de impeachment de Dilma Rousseff — os ministros Henrique Alves, do Turismo; Romero Jucá, do Planejamento; Fabiano Augusto Martins Silveira, da Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU); Fabio Osorio, advogado da AGU (Advocacia-Geral da União), área com status de ministério; Marcelo Calero, da Cultura; e Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo saíram do governo. 

Romero Jucá (PMDB-RR) foi o primeiro a deixar o cargo e decidiu se afastar do Ministério do Planejamento em 23 de maio, após a divulgação de gravação em que ele sugere um acordo para barrar o avanço da Operação Lava Jato.


O então ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, deixou o cargo em 30 de maio depois de serem divulgadas declarações dele sobre a Operação Lava Jato, segundo informou o Palácio do Planalto.

Citado na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pediu demissão do cargo em 16 de junho


Fábio Medina Osório deixou a AGU em setembro. Segundo a colunista Vera Magalhães, do jornal O Estado de S. Paulo, ele já havia colecionado desavenças com Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil. "O presidente agradece os relevantes serviços prestados pelo competente advogado doutor Fábio Medina Osório, que deixa o cargo", disse o Planalto em nota.

Calero pediu demissão em 18 de novembro e denunciou ter sido pressionado pelo ministro Geddel Vieira Lima para liberar a construção de um empreendimento de luxo em Salvador. Após as denúncias, Geddel deixou o cargo nesta sexta-feira (25).

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