Em visita informal ao Senado, Levy faz mistério sobre envio do projeto ao Congresso que reintroduz a CPMF no País
Ministro da Fazenda diz que tratou de mudanças estruturais da Agenda Brasil
Brasil|Do R7, em Brasília

Em visita por ele mesmo qualificada de informal ao Senado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, esteve reunido no começo da tarde desta segunda-feira (21) com os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira e Romero Jucá, todos do PMDB. Segundo o ministro, o assunto dominante foram as mudanças estruturais que vão além do ajuste fiscal e consideradas por ele fundamentais para o País voltar a crescer mediante investimento de capital externo.
As medidas, contidas num documento chamado de Agenda Brasil foram apresentadas no mês passado pelos governistas no Senado com Renan Calheiros à frente.
Principal expectativa da semana legislativa, no entanto, a Proposta de Emenda à Constituição que trata da volta da CPMF não teve a chegada ao Congresso Nacional confirmada por Levy. Ele disse que a medida será enviada oportunamente pelo Governo sem precisar a data. O Governo quer arrecadar R$ 32 bilhões com o imposto, considerado a peça fundamental para equilibrar as contas do País.
O ministro também evitou comentar sobre a cotação do dólar. A moeda americana era comercializada a R$ 3,99 durante a entrevista do ministro aos jornalistas na saída da sala da Presidência do Senado. Ele insistiu que todos precisam se esforçar para tirar o Brasil da crise e salientou a importância da Agenda Brasil para o País voltar a crescer e voltar a receber investimentos do exterior.
O ministro também afirmou que tratou na reunião sobre a reforma do PIS/Cofins, que deve aumentar a arrecadação do governo em R$ 50 bilhões. A medida será enviada ao Congresso e é tratada pelo governo como estratégica para o período posterior ao das discussões sobre o Orçamento de 2016.















