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Estados não conseguirão cumprir cronograma de gastos, diz deputado

Marcos Pereira avalia que queda na arrecadação tributária provocada pela retração econômica deve ser compensada pelo governo federal

Brasil|Do R7

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Pereira demonstra preocupação com a soberania nacional
Pereira demonstra preocupação com a soberania nacional

O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira (Republicanos-SP), alerta que os Estados não terão recursos para cumprir seu cronograma de investimentos e gastos já nos próximos meses, devido à queda na arrecadação tributária provocada pela retração econômica, caso não haja recomposição de valores por parte do governo federal.

"São Paulo representa mais de 40% da economia nacional e, se não houver essa recomposição de ICMS através da União, a partir de junho o Estado não vai mais conseguir pagar o salário dos servidores", disse ele citando uma conversa que teve com o atual secretário de Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles.


O parlamentar sugere que o desaquecimento da economia seja revertido de forma gradual, com a abertura de setores produtivos, impondo regras para a atuação do comércio e serviços e determinando a utilização de máscaras para proteção da população.

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Pereira complementa que o País já vinha passando por um processo de desindustrialização, diminuindo competitividade e até mesmo perdendo indústrias para outros países, o que pode ser revertido com medidas que minimizem o chamado Custo Brasil, que é a soma de todos os componentes que aumentam o preço final de um bem produzido no País.

"Com o coronavírus e o fechamento do comércio e outras atividades econômicas em função da quarentena, a situação da indústria nacional se agrava mais ainda", afirma o primeiro vice-presidente da Câmara.

O deputado demonstra ainda preocupação com a soberania nacional a partir da autossuficiência na produção de insumos básicos necessários para a área de saúde, como equipamentos de proteção individual para profissionais do segmento e também substâncias utilizadas na fabricação de remédios, cuja importação ultrapassa atualmente os 90%.

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