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Estúdio News analisa os impactos da tragédia de Brumadinho (MG)

Apresentadora Tainá Falcão recebe o desembargador Ricardo Cintra Torres de Carvalho e o professor da FGV César Caselani no programa desta quarta-feira

Brasil|Do R7

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Ricardo Cintra Torres de Carvalho, Tainá Falcão e César Caselani no Estúdio News
Ricardo Cintra Torres de Carvalho, Tainá Falcão e César Caselani no Estúdio News

No dia 25 de janeiro, a barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), se rompeu gerando vítimas e destruição na região.

O evento já pode ser considerado o maior desastre ambiental do Brasil e o impacto na economia local ainda é imensurável.


Para conversar sobre os desdobramentos deste acontecimento, o Estúdio News recebe o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Ricardo Cintra Torres de Carvalho e o professor de finanças da FGV César Caselani. O promotor de Justiça que atua no caso do desastre ambiental de Mariana (MG), Guilherme de Sá Meneghin, participou também da conversa por Skype.

A Vale já teve mais de R$ 12 bilhões bloqueados pela Justiça — sendo um total de R$ 1,6 bilhão pedido pela Justiça do Trabalho para assegurar pagamentos e indenizações trabalhistas e R$ 11 bilhões pedidos pela Justiça de Minas Gerais. Para César Caselani, a empresa tem que arcar com os custos, mas é preciso um sistema que previna que eventos desta natureza aconteça.


“Naturalmente, eu preciso ter um nível de responsabilização que realmente a incentive a fazer uma autorregulação, uma autofiscalização, porque de outra forma outras tragédias vão acabar acontecendo e nós vamos ficar buscando quem são os culpados mesmo depois do ocorrido. Eu vejo muito uma abordagem de fora para dentro da empresa, quando quem deveria temer as consequências de uma gestão de risco mal feita seria a própria empresa”, afirma o professor.

O desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Ricardo Cintra Torrer de Carvalho atenta também para os danos ambientais causados pelo desastre e as possíveis consequências para a vida econômica na cidade.


“Há um outro tipo de dano que seriam os reflexos indiretos do dano ambiental em si, a morte do rio, a diminuição dos peixes, a recuperação das águas e assim por diante. E então entramos em dois fatores que são um problema muito grave para nós em juízo, que é o tempo e o valor”, explica o desembargador.

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