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Estúdio News deste sábado (16) fala sobre ciência, corrida espacial e vida fora da Terra

Alejandra Romero, diretora do planetário da UFRGS, e Roberto Vilhena, do Instituto Federal do Pará, participam do programa

Brasil|Do R7

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Alejandra Romero e Roberto Vilhena conversam com Gustavo Toledo
Alejandra Romero e Roberto Vilhena conversam com Gustavo Toledo

A procura por condições favoráveis ao surgimento de vida fora da Terra é tema de diversos estudos feitos por cientistas. Rastros como carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre, elementos básicos para a formação da vida, são pesquisados em ambientes onde possivelmente ela possa existir.

Há ainda a busca pela existência de água e a posição de um planeta relativo a sua estrela, chamada de zona de habitabilidade e moléculas orgânicas.


“A zona de habitabilidade é uma região que, entre várias outras coisas, pode ter água em estado líquido, como acontece com a Terra — único planeta com a zona de habitabilidade do sistema solar, nosso único exemplo de vida confirmada no universo. O que se procura, na verdade, primeiro é se os planetas são rochosos, ou seja, se têm uma superfície. Por exemplo, Júpiter e Saturno não têm uma superfície sólida onde possa ter água e desenvolver uma bactéria, uma civilização e que esteja não tão perto, nem muito longe da sua estrela para que a temperatura seja certa e tenha esses oceanos e mares de água líquida”, explica Alejandra Daniela Romero, professora do Departamento de Astronomia, Instituto de Física e diretora do Planetário da UFRGS.

Roberto Vilhena, professor de Biologia do Instituto Federal do Pará, destaca que não teríamos vida como conhecemos sem a existência de água. “A gente precisa de água e água líquida, várias de nossas reações precisam de água para acontecer ou a geram como subproduto, por isso a procura por ambientes onde tenham a água líquida.”


A tecnologia permite que todo o volume de informação coletada pelos telescópios processe imagens e informações que facilitam as pesquisas.

Segundo Alejandra Romero, telescópios cada vez maiores estão sendo construídos para observar mais longe e cobrir o céu todo. “Se está tentando que os hemisférios sul e norte estejam bem equipados para poder cobrir tudo isso, do ponto de vista de observação precisamos ter o satélite, pois há coisas que da Terra não se pode observar”, relata.


Para entender como é, e se há vida em diversos lugares, o primeiro passo é sair da Terra.

“Já estamos em uma corrida espacial para a lua, com a China, Índia e também americanos que estão querendo com a SpaceX colocar chip lá na lua. A ideia é exploração de materiais como o hélio-3, uma esperança pegar esse elemento e fazer fusão nuclear, o que seria uma nova forma de energia mais limpa e com produtividade muito maior. Se tem a esperança de conseguir isso, habitar a lua e, a partir da lua, pular para Marte, a ideia é essa”, diz Vilhena.

O Estúdio News vai ao ar aos sábados, às 22h30. A Record News é sintonizada pelos canais de TV fechada 586 Vivo TV, 14 Oi TV, 578 Claro, 419 Sky e 2038 Samsung TV Plus, além do canal 42.1 em São Paulo e demais canais da TV aberta em todo o Brasil.

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