EUA enviam doze aviões F-16 para Polônia
Efetivo contará ainda com 300 soldados; Estados Unidos já estão na Lituânia
Brasil|Do R7
Os Estados Unidos enviarão doze aviões caça F-16 para a Polônia antes da próxima quinta-feira (13), anunciou o Ministério polonês da Defesa neste domingo (9).
O secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, e seu homólogo polonês, Tomasz Siemoniak, chegaram a um acordo sobre o envio de "uma unidade da Força Aérea americana", segundo a nota divulgada pelo Ministério.
O porta-voz da Pasta, Jacek Sonta, deu mais detalhes sobre o efetivo que formará a ação.
— A unidade estará integrada por 12 aviões F-16, aviões de transporte e 300 soldados. O envio começará no domingo e terminará na quinta-feira.
Na última quinta (27), os Estados Unidos enviaram para a Lituânia quatro aviões F-15 para reforçar a vigilância do espaço aéreo báltico.
Fim de semana
Neste domingo, tropas russas atacaram um posto fronteiriço ucraniano na península da Crimeia, informou um porta-voz do SGU (Serviço de Guarda de Fronteiras), Oleg Slobodian, citado pela imprensa local. O ataque aconteceu por volta das 6h (hora local, 1h de Brasília) no posto Chernomorskoye, detalhou.
— O departamento foi atacado por um grupo de 30 militares russos. Ainda estão sendo esclarecidos os detalhes do incidente.
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Na noite do último sábado (8), por sua vez, o SGU ucraniano denunciou que um de seus aviões fora atacado com disparos de fuzis de assalto quando patrulhava a fronteira com a república autônoma da Crimeia, que se proclamou parte da Rússia.
A tripulação do avião, que não está equipado com armas, observou disparos contra a aeronave quando sobrevoavam a cidade de Armiansk, no istmo que une a península da Crimeia com o resto do território ucraniano.
As autoridades ucranianas denunciam que "os agressores armados russos cometem todo tipo de arbitrariedades, pressionam psicologicamente os guarda-fronteiras, lhes ameaçam, desinformam e intimidam".
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Por outro lado, também no sábado, a Ucrânia reconheceu que uma centena de soldados russos e 50 membros armados das chamadas Autodefesas da Crimeia fizeram retroceder os soldados ucranianos no posto fronteiriço "Crimeia" para permitir a entrada de duas colunas de veículos militares em território da autonomia.
Mais de 30 caminhões militares sem placas de identificação e um carro de transporte blindado entraram em território ucraniano da vizinha Rússia através da fronteira marítima no estreito de Kerch, ao leste da península da Crimeia, de acordo com o SGU.















