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Ferraço inicia leitura do parecer da reforma trabalhista em comissão do Senado

Relator é favorável ao texto como foi aprovado na Câmara dos Deputados

Brasil|Do R7

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Ricardo Ferraço, relator da proposta de reforma trabalhista, iniciou a leitura de seu parecer por volta das 10h30
Ricardo Ferraço, relator da proposta de reforma trabalhista, iniciou a leitura de seu parecer por volta das 10h30

O relator do projeto da reforma trabalhista (PLC 38/2017) na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), iniciou a leitura de seu parecer sobre a reforma nesta terça-feira (13) por volta das 10h30. O relatório de Ferraço é favorável à reforma trabalhista e pela rejeição das emendas apresentadas, mantendo o texto como foi aprovado na Câmara dos Deputados.

Ao abrir a reunião, a presidente da CAS, Martha Suplicy (PMDB-SP), disse que após a leitura do parecer será aberta a discussão sobre a matéria com a leitura dos votos em separado que venham a ser apresentados. A votação do relatório ocorrerá na próxima semana. De acordo com o senador Paulo Paim (PT-RS), a oposição vai apresentar quatro votos em separado contrários à reforma. A expectativa é de que a leitura do relatório e dos votos em separado se estenda até o fim da tarde desta terça-feira.


Ao iniciar a leitura do relatório, Ferraço registrou que o projeto mantém os direitos dos trabalhadores das áreas urbana e rural. “O projeto preserva todos os direitos e os amplia na medida em que permite que mais trabalhadores possam deles usufruir”, disse.

O texto da reforma trabalhista foi aprovado na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) no último dia 6 e o relator também foi o senador Ricardo Ferraço. A proposta de reforma ainda deve passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) antes de seguir para votação no plenário do Senado.

A proposta foi enviada ao Congresso Nacional pelo Executivo e já passou por discussão em comissão especial da Câmara e posterior votação no plenário da Casa. Caso o texto seja modificado pelos senadores, precisará voltar à Câmara dos Deputados.

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