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Fifa aprova pacote de reformas e adia ampliação da Copa do Mundo para 40 equipes

Brasil|Do R7

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Por Brian Homewood

ZURIQUE (Reuters) - O comitê executivo da Fifa aprovou um pacote de reformas nesta quinta-feira destinadas a reabilitar a entidade máxima do futebol mundial atingida por escândalos, com propostas de verificações de integridade e limites de mandato para altos dirigentes.

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As propostas, que também aumentariam a representação das mulheres, serão apresentadas em fevereiro ao Congresso da Fifa, que tem o poder de alterar os seus estatutos.

Ao mesmo tempo, o comitê executivo, atualmente dirigido por um presidente interino devido à suspensão de Joseph Blatter, adiou decisão sobre uma proposta controversa de expandir a Copa do Mundo de 32 para 40 equipes.

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Ironicamente, o anúncio destinado a ajudar na transparência da Fifa foi ofuscado pelas prisões dos integrantes do comitê executivo Alfredo Hawit e Juan Angel Napout num hotel de luxo em Zurique, onde eles estavam hospedados, e a notícia de que autoridades dos Estados Unidos vão indiciar mais dirigentes.

O presidente interino Issa Hayatou disse que o trabalho da comissão seguiria adiante como planejado, com dois dirigentes a menos na mesa.

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"Os eventos ressaltaram a necessidade de estabelecer um programa completo de reformas para a Fifa hoje", disse ele a repórteres. "Estas recomendações marcam o início de uma mudança de cultura na Fifa. Um grande passo foi dado."

Segundo as propostas, o presidente da Fifa e altos dirigentes ficariam restritos a três mandatos de quatro anos cada, e submetidos a verificações de integridade antes de tomar posse.

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Um limite de idade de 74 anos, que tinha sido proposto em um plano original de oito pontos pelo chefe do comitê de auditoria e conformidade Domenico Scala, não foi incluído.

"Desistimos dos limites de idade, porque por definição é arbitrária", disse o chefe do Comitê de Reforma da Fifa, François Carrard, que acompanhou o plano original de Scala.

Um Conselho da Fifa formado por 36 pessoas substituiria o comitê executivo de 25 membros e definiria a "orientação estratégica global", enquanto um secretariado geral supervisionaria as "ações operacionais e comerciais necessárias para executar eficazmente essa estratégia".

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