Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

Governo fica "chocado" com erro do IBGE e dá 30 dias para caso ser investigado

Também será criada uma comissão de especialistas para revisar os números

Brasil|Bruno Lima, Do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Miriam Belchior disse que governo ficou chocado com erro do IBGE
Miriam Belchior disse que governo ficou chocado com erro do IBGE

O governo vai abrir sindicância interna para apurar os erros na Pnad 2013 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgada nesta semana pelo IBGE. A informação foi confirmada pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, neste sábado (20) em Brasília. A equipe terá 30 dias para analisar o caso.

O coordenador do estudo, Cimar Azeredo, informou nesta sexta-feira (19) que os dados divulgados apresentavam erros, como a concentração de renda no País. O equívoco afetou sete Estados: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. De acordo com o IBGE, foram consideradas as populações das regiões metropolitanas das capitais — ficaram de fora regiões metropolinas de outras cidades desses Estados.


A ministra Belchior avaliou o erro como gravíssimo e cobrou rigor nas investigações.

— O governo ficou chocado com esse erro. Como a própria presidente do IBGE manifestou ontem, foi um erro gravíssimo. Em função disso, o governo criou uma comissão de sindicância interna para apurar as razões dos erros e as eventuais responsabilidades funcionais.


"Governo ficou chocado com erro gravíssimo do IBGE", diz ministra

O grupo será encabeçado por servidores da Casa Civil, Ministério do Planejamento, Ministério da Justiça e Controladoria-Geral da União. Também será criada uma outra comissão de especialistas para avaliar se existem outros problemas nos números. O governo espera publicar na próxima terça-feira a lista com os nomes que vão compor o grupo.


Sobre um possível afastamento de Wasmália Bivar do cargo de presidente do IBGE, a ministra afirmou que a possibilidade não está descartada, mas que a decisão depende do parecer da sindicância.

— Eu gostaria de não fazer juízo antecipadamente. Eu prefiro que a comissão de sindicância, composta pelos quatro ministérios, desse seu posicionamento para que nós possamos tomar as medidas.

Leia mais notícias de Brasil

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.