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Governo não faz anúncio de forma direta em blogs, diz Secom

O secretário Fábio Wajngarten afirmou que anúncios foram direcionados pela plataforma Adsense, da Google, e não feitos de forma direta

Brasil|Do R7

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O secretário de Publicidade, Glen Valente, e o secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten
O secretário de Publicidade, Glen Valente, e o secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten

O secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, afirmou nesta quarta-feira (3) que anúncios do governo federal foram direcionados pela plataforma Adsense, da Google, e não feitos de forma direta em blogs.

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Durante entrevista coletiva, Wajngarten explicou que a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) não investe em blogs e rebateu informação de levantamento da CPMI das Fake News, que apontou 2 milhões de reproduções de propagandas para sites de notícias falsas e com conteúdos pornográficos.

“O total de anúncios servidos, ou seja, entregues para a campanha da nova previdência foi de aproximadamente 400 milhões. Em se confirmando esse número de 2 milhões, nós estamos falando de uma assertividade de 99,5% na comunicação da Secom”, afirmou Wajngarten.


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A entrevista que havia sido agendada inicialmente para atualização sobre a pandemia de coronavírus foi cancelada e deu lugar à coletiva com o chefe da Secom. Ao seu lado, o secretário de Publicidade da Presidência, Glen Valente, explicou que, pela plataforma Adsense, as peças publicitárias são distribuídas sem que a secretaria determine quais sites ou blogs deverão receber anúncios.


“A Secom, de uma maneira bem técnica, não investe diretamente em blogs. O investimento foi usado por uma plataforma do Google chamada Adsense”, disse Valente. De acordo com ele, o governo estabelece critérios para a plataforma não veicular anúncios em sites impróprios.

“Existe sim uma seleção que a gente exclui o óbvio. A gente exige da agência e do Google que sites impróprios não tenham publicidade do governo. A gente segue a performance da ferramenta. Então, a gente não faz censura nem definição de nenhum plataforma”, explicou o secretário de Publicidade.

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