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Guedes representa vontade do governo de dialogar, diz Alcolumbre

Após almoço com Maia e o ministro da Economia, o presidente do Senado afirmou que a votação da reforma foi fruto da "aproximação da política"

Brasil|Do R7

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), fez um afago ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou de almoço em sua residência oficial para tratar da pauta do Congresso Nacional no segundo semestre. "O ministro representa o desejo do governo de dialogar com o Parlamento", afirmou.

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Alcolumbre fez um pronunciamento à imprensa após o almoço, mas não abriu para perguntas dos jornalistas. Guedes também saiu sem falar. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também participou do almoço e foi elogiado por Alcolumbre pela postura "firme" na votação da reforma da Previdência, apenas disse que a conclusão da votação da proposta em segundo turno até quinta-feira (8) depende do quórum na Casa.

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Em seu pronunciamento, Alcolumbre disse "reverenciar" a presença de Maia e Guedes no almoço e afirmou que a votação da reforma em primeiro turno foi fruto da "aproximação da política", citando a participação não só do ministro da Economia, mas também do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Para o presidente do Senado, o resultado foi fruto de um Parlamento "forte, altivo independente e mais harmônico".


Alcolumbre listou ainda outras prioridades na pauta do Congresso como a reforma tributária. Segundo ele, a ideia é tentar construir um "entendimento" a partir das propostas do governo e do Legislativo. "A questão da reforma tributária, o Senado tem uma proposta, a Câmara tem uma proposta, o governo tem sua proposta. Nós fizemos um acordo, um entendimento para construirmos um texto que atenda aos interesses da Câmara, do governo e do Senado e que possa desburocratizar essa questão tributária", afirmou.

Outra prioridade, que segundo Alcolumbre será capitaneada pelo Senado, é o pacto federativo. A ideia, de acordo com o presidente do Senado, é desvincular recursos hoje concentrados nos cofres da União e direcioná-los para Estados e municípios.

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