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Irmã de Aécio rebate acusações e diz que vai processar revista 'Veja'

Revista afirmou que ela teria recebido propina da Odebrecht em uma conta nos EUA

Brasil|Do R7, com Estadão Conteúdo

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Andrea Neves rebateu acusações em vídeo
Andrea Neves rebateu acusações em vídeo

Irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), a jornalista Andrea Neves rebateu, em vídeo, a acusação, publicada pela revista 'Veja', de que teria recebido propina da Odebrecht em uma conta bancária nos Estados Unidos. "Nós vamos provar que é mentira e aí será a vez dos mentirosos mentirosos explicaram o porque de tanto ódio, de tanta mentira e de tanta irresponsabilidade", diz ela no vídeo.

"Pra mim, como disse meu irmão ontem à noite, pouco interessa agora quem mentiu, quem é o mentiroso, se o delator ou a fonte da revista. O que interessa é a mentira. Eu não sei o que está acontecendo para tanto ódio e tanta irresponsabilidade, atacar de forma tão covarde a vida das pessoas", disse Andrea.


No vídeo de Andrea, a irmã de Aécio fez um apelo emocionado. "Eu gostaria de poder olhar no seu olho, embora não te conheça, pra garantir que isso é mentira e que vamos provar". Depois, fala com a voz embargada. "Gostaria de poder olhar no olho... Desculpa... De cada pessoa que eu conheço, de cada amigo, de cada pessoa que acompanha nosso trabalho, pra dizer é mentira, e nós vamos provar." Enfim, evoca "duas pessoas que me conhecem tão bem", a mãe e a filha. "Fiquem tranquilas, não sofram por nós, porque nós vamos provar que é mentira."

Ontem o senador Aécio Neves convocou uma entrevista coletiva e também gravou um vídeo para rebater a reportagem. Segundo ele, o advogado do delator que teria feito as acusações teria desmentido o depoimento.


"Estou solicitando ao ministro [Edson] Fachin [relator da Lava Jato na corte] que abra as delações. Esses vazamentos seletivos são criminosos. Tem que parar e ser punidos", afirmou o tucano.

Em reportagem publicada na sexta-feira (31) a revista 'Veja' afirmou que Benedicto Junior, ex-­pre­sidente da Odebrecht Infraestrutura, teria afirmado, em delação premiada já homologada no Supremo Tribunal Federal, que os repasses a Aécio foram "contrapartida" ao atendimento de interesses da empreiteira em obras como a da Cidade Administrativa, em Minas, e da usina de Santo Antônio, em Rondônia, onde a Cemig (estatal mineira) integrou um consórcio.

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