"Japonês da Federal" tem pedido de aposentadoria concedido
Newton Ishii ficou famoso por aparecer ao lado de presos notáveis da Lava Jato e também foi condenado por corrupção e facilitação de contrabando
Brasil|Do R7, com Agência Estado

O "Japonês da Federal", agente da Polícia Federal Newton Ishii, se aposentou. Ele ficou famoso pelas aparições dos presos mais notáveis da Operação Lava Jato.
A portaria com a concessão do benefício foi publicada no Diário Oficial e é datada de 22 de fevereiro. Segundo a PF, ele já deixou o cargo.
''Japonês da Federal'' visita a Câmara e é tietado por deputados
O empresário Marcelo Odebrecht, o ex-deputado Pedro Corrêa, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, entre outros alvos da Lava Jato que foram presas na investigação que apura desvios na Petrobrás, estão entre aqueles que foram escoltados pelo "Japonês da Federal" ao cárcere da PF em Curitiba - origem e base da grande investigação.
Com a imagem muitas vezes atrelada às ações da Lava Jato, Ishii chegou a inspirar marchinhas e máscaras no carnaval de 2016. "Ai meu Deus, me dei mal, bateu na minha porta o Japonês da Federal", diz a música.
O agente da PF também tinha suas pendências judiciais. Em 2009, foi condenado por corrupção e descaminho por supostamente facilitar entrada de produtos contrabandeados do Paraguai. O Superior Tribunal de Justiça chegou a referendar a decisão de primeira instância, rejeitando recurso de Ishii.
Por onde anda o “Japonês da Federal”?
Nesta quarta (21), Sérgio Moro aceitou a terceira denúncia contra o petista, mas entendeu que Dirceu já foi condenado na Lava Jato e suspendeu a ação por um ano. O ex-ministro teria recebido os R$ 2,4 milhões durante e depois do julgamento do mensalão,...
Nesta quarta (21), Sérgio Moro aceitou a terceira denúncia contra o petista, mas entendeu que Dirceu já foi condenado na Lava Jato e suspendeu a ação por um ano. O ex-ministro teria recebido os R$ 2,4 milhões durante e depois do julgamento do mensalão, ação penal em que foi condenado. "Não vislumbro com facilidade interesse do MPF no prosseguimento de mais uma ação penal contra as mesmas pessoas, a fim de obter mais uma condenação. O que é necessário é a efetivação das condenações já exaradas e não novas condenações", decidiu Moro. A acusação da Lava Jato foi ajuizada em 2 de maio passado. Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, "a Engevix, com a finalidade de ocultar e dissimular a origem criminosa de recursos desviados da Petrobras, encobriu pagamentos por serviços de assessoria de comunicação prestados no interesse do ex-ministro-chefe da Casa Civil"





















