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Juiz prorroga mais uma vez permanência de Funaro na PF

Lúcio Bolonha Funaro foi preso na operação Sépsis, em julho de 2016

Brasil|Do R7

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Funaro negocia um acordo de colaboração
Funaro negocia um acordo de colaboração

O juiz Vallisney de Souza Oliveira aceitou pedido do MPF (Ministério Público Federal) e autorizou a permanência do corretor Lúcio Bolonha Funaro até o próximo dia 11 de agosto na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A previsão, antes da nova prorrogação, era que Funaro deixasse a PF nesta sexta-feira (28).

Preso na operação Sépsis, em julho de 2016, Funaro foi transferido para a PF, antes estava detido no Complexo da Papuda, para poder preparar os anexos da proposta de delação que negocia com a Procuradoria-geral da República e prestar depoimento no âmbito da operação Cui Bonno".


No pedido para prorrogação da permanência de Funaro na PF, mais uma vez, o MPF apontou a necessidade de "se colher novos esclarecimentos a respeito de fatos decorrentes das operações conduzidas por este Ministério Público (Operações Sépsis e Cui Bano)."

Além do depoimentos às operações, Funaro também negocia um acordo de colaboração premiada com a PGR. O Estado apurou que entre os principais alvos da delação de Funaro estão os integrantes do grupo político do PMDB da Câmara dos Deputados. São citados o presidente Michel Temer, os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves, além do ex-deputado Eduardo Cunha, todos do PMDB. Outro alvo será o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral). Além dos políticos, empresários como Joesley Batista e João Queiroz, da Hypermarcas, terão seus nomes abarcados nos anexos.

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