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Juízes prometem 'luta' no 'limite de suas forças' por auxílio-moradia

Magistrados recebem R$ 4,3 mil mensais

Brasil|Do R7

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Mininistro Luiz Fux
Mininistro Luiz Fux

Após o ministro Luiz Fux liberar para o plenário do Supremo Tribunal Federal ações que questionam o pagamento de auxílio-moradia, entidades da magistratura reagiram com veemência clamando que vão "à luta" e trabalharão "no limite de suas forças" para assegurar o pagamento dos R$ 4,3 mil mensais à toga.

Em mensagem aos associados, o presidente da Ajufe, Roberto Veloso, afirma que "como alertado", sobre a "sabida campanha orquestrada contra os direitos dos magistrados federais, inclusive quanto ao auxílio-moradia".

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"Ainda que não haja data fixada para o julgamento do processo, não aceitaremos a perda de qualquer direito sem a luta necessária, que hoje se reforça. Lutaremos até o fim!", exclamou.

O presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, Jayme de Oliveira, também discursou aos seus associados.

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"A Associação dos Magistrados do Brasil trabalhará no limite de suas forças para manutenção de todas as verbas hoje pagas aos magistrados, porquanto legítimas e amparadas pela legislação e não se curvará aos detratores, especialmente à difamatória campanha lançada por alguns setores da imprensa", prometeu.

Nos dois comunicados, as entidades convocam os juízes para um ato pela valorização da Magistratura e contra a reforma da previdência. A Ajufe, por exemplo, vai bancar 100 viagens para quem aparecer, no dia 1º de fevereiro.

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Ações

Fux liberou no último dia 19 para votação no plenário as decisões liminares que proferiu em 2014 estendendo o auxílio-moradia a todos os juízes do País. Caberá aos ministros da Corte referendarem ou não a decisão.

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Segundo cálculo da ONG Contas Abertas, o custo das decisões do magistrado, que vinha negando recursos contra o benefício, já superou os R$ 4,5 bilhões.

Mesmo quem mora na comarca aonde trabalha tem direito ao auxílio, no valor médio de R$ 4,3 mil.

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