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Justiça autoriza que mais dois profissionais retornem à UFSC

Decisão impede apenas que o professor Eduardo Lobo e o funcionário Roberto Moritz atuem em atividades relacionadas ao ensino à distância

Brasil|Alexandre Garcia, do R7

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Profissionais estavam impedidos de entrar na UFSC
Profissionais estavam impedidos de entrar na UFSC

A desembargadora federal Salise Monteiro Sanchotene, do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) autorizou, em caráter liminar (provisório), que o professor Eduardo Lobo e o funcionário Roberto Moritz retornem à UFSC (Universidade Federal da Santa Catarina).

De acordo com a decisão, os dois podem retornar as funções relacionadas aos seus cargos, mas estão barrados de atuar nas atividades que gerem percepção ou pagamento de bolsas relacionadas ao ensino à distância e ao LabGestão (Laboratório de Produção de Recursos Didáticos para Formação de Gestores) da Universidade Federal.


O professor do Departamento de Ciências da Administração e o funcionário da UFSC/Fapeu estavam até então impedidos de exercer os seus cargos, entrar na Universidade e ter acesso a qualquer material relacionado ao EAD da instituição. 

As acusações tiveram como base as investigações da “Operação Ouvidos Moucos”, que foi deflagrada em agosto de 2017 para apurar crimes envolvendo a aplicação irregular de recursos federais recebidos pela UFSC para execução de projetos à distância.


Lobo foi identificado pela investigação como uma das lideranças internas na execução do ensino a distância da UFSC, tendo chefiado a partir de 2016 o departamento ao qual o LabGestão está vinculado. Já Nova é um dos funcionários que auxilia no pagamento de bolsas dentro do LabGestão.

No início do mês de setembro, a 7ª Turma do TRF4 determinou que o professor Marcos Baptista Lopez Dalmau também poderia retornar à Universidade.

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