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Levy mostra discurso alinhado com Dilma e promete investimento em programas sociais

Novo titular do Ministério da Fazenda citou o discurso de diplomação da presidente

Brasil|Bruno Lima, do R7, em Brasília

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Joaquim Levy substituiu Guido Mantega no Ministério da Fazenda
Joaquim Levy substituiu Guido Mantega no Ministério da Fazenda

Após prometer reequilíbrio nas contas do governo em seu primeiro discurso como ministro da Fazenda, Joaquim Levy afirmou que programas sociais não serão afetados pelos reajustes que serão feitos na economia.

De acordo com o ministro, existem alternativas que poderão ser tomadas para garantir o prosseguimento de progamas como o Minha Casa, Minha Vida e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).


— Nós temos cada vez mais alternativas. A gente tem capacidade de alcançar o resultado esperado com o impacto mínimo na economia e garantido a continuidade de todos os programas que são considerados essenciais.

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Levy explicou que “qualquer mudança de rumo significa você fazer um esforço” e declarou que há um entendimento comum dentro do governo sobre os investimentos feitos em áreas sensíveis à população.

— Eu acho que a gente está bem entendido que não há expectativa de infringências em direitos ou coisas assim.


O ministrou mostrou que o discurso está alinhado ao da presidente Dilma Rousseff. Além de declarar a manutenção dos programas que se tornaram bandeiras durante os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua sucessora, Levy também citou o discurso da presidente sobre o patrimonialismo no serviço público.

— Não é exatamente uma invenção minha. Eu apenas estou ecoando até pela afinidade do pensamento o que foi exposto e o desafio que foi colocado no discurso de diplomação há poucas semanas atrás [da presidente Dilma Rousseff]. Eu acho que isso é realmente importante.


Quando o nome de Levy começou a ser ventilado como o futuro ministro da Fazenda, logo após a reeleição de Dilma, muito foi dito sobre a personalidade forte do novo mandatário. Acreditava-se que sua fama de linha dura poderia causar desconforto dentro do governo, ao exemplo do que aconteceu quando ele estava à frente do Tesouro Nacional, durante o primeiro mandato de Lula.

Levy comprou várias brigas com os petistas, o que culminou com a sua saída do governo.

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