“Lulalatismo” é a nova tendência da militância petista nas eleições de 2022
Seguidores do ex-presidente Lula agem como matilha: os “lulalaias” não aceitam críticas e seguem caninamente fiéis ao "pai"
Brasil|Marco Antonio Araujo, do R7

O culto à personalidade de Lula é uma característica incontornável da trajetória do PT. Praticamente impossível dissociar o partido de seu líder máximo – e único. Embora faça parte dos manuais de esquerda, a crítica ao messianismo nunca compareceu às falas da militância petista. Pelo contrário, e não por acaso, “pai” é um dos abnegados apelidos dedicados ao ex-presidente.
Depois, alguns ficam se perguntado de onde vem e de que se alimenta o antipetismo. Experimente fazer apontamentos críticos, mesmo os mais razoáveis, a um missionário do lulalatismo. Receberá de volta argumentos caninos e desprovidos de qualquer racionalidade humana. Não ouse interromper. Cuidado.
A história já demarcou a natimorta candidatura de Lula em 2018 como o maior erro cometido pelas esquerdas na história deste país – maior até que a Intentona Comunista, de 1935. Preso, inelegível, impávido, julgando-se acima dos fatos, Lula arrastou sua legião de admiradores a uma derrota visível, incontornável. Qual o quê: os lulalaias são fiéis e submissos, incapazes de enxergar defeitos ou falhas em quem lhes serve a ração diária de ideologia.
Não há declaração infeliz, evidência de corrupção, cacoete autoritário ou sede de hegemonismo capazes de dispersar a matilha de seguidores. Eles agem em bando, nem precisam de apito de cachorro e já saem ladrando suas convicções sabujas. A militância petista só recebe ordens do dono. Virou tendência em 2022. Passa!
















