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Maioria dos senadores manifesta apoio a impeachment de Dilma

50 dos parlamentares que falaram na tribuna pediram o afastamento da presidente

Brasil|Do R7

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O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB), não vai votar
O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB), não vai votar

A votação sobre a abertura de processo e impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal não começou, mas já é possível prever a derrota da petista. 50 senadores se manifestaram favoráveis à aprovação do relatório da Comissão Especial. São necessários 40 votos — maioria simples — para que ela seja afastada do cargo.

No total, 71 senadores se inscreveram para discursar na tribuna antes da votação. Cada um teve direto a 15 minutos. O debate dos parlamentares durou cerca de 20 horas.


Quatro senadores ficaram de fora da votação: Jader Barbalho e Eduardo Braga, que alegaram motivos de saúde; o ex-senador Delcídio do Amaral, cassado na terça-feira (10), e o presidente da Casa, Renan Calheiros.

Por volta das 5h45, Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator do impeachment na Comissão Especial, iniciou sua fala. Na sequência, será a vez de José Eduardo Cardozo, Advogado-Geral da União, fazer a defesa da presidente Dilma. Depois disso ocorrerá a votação no painel eletrônico. 


Caso a maioria dos senadores vote mesmo pela abertura do processo, Dilma será notificada da decisão, ainda nesta manhã, e Temer passa a assumir interinamente a Presidência por até 180 dias.

Ela fará um pronunciamento às 10h e também deve divulgar um vídeo, nas redes sociais, com declarações sobre o afastamento. A ideia é que Dilma saia pela porta da frente do Palácio do Planalto, onde deve se encontrar com seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva.

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