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Mancha de óleo: Interpol auxilia Polícia Federal na busca de culpados

Investigação da Marinha do Brasil e da Polícia Federal indicam navio-tanque de origem grega como o principal suspeito pelo derramamento de óleo

Brasil|Raphael Fernandes*, do R7

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Navio grego é tido como principal suspeito pelo vazamento de óleo
Navio grego é tido como principal suspeito pelo vazamento de óleo

A Polícia Federal informou que acionou a Interpol - Organização Internacional de Polícia Criminal - através do mecanismo de cooperação internacional para auxiliar na obtenção de dados adicionais sobre a embarcação, tripulação e empresa responsável pelo derramamento de óleo no litoral brasileiro.

Leia mais: Navio grego é suspeito de derramar óleo em praias do Nordeste


Investigação tem como objetivo impor aos responsáveis as penas do crime de poluição, previsto no artigo 54 da lei ambiental, assim como o crime do artigo 68 da mesma lei, decorrente do fato de os envolvidos não terem comunicado às autoridades acerca do incidente.

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Na manhã desta sexta-feira (1), a Marinha do Brasil a Polícia Federal apontaram um navio-tanque como o principal suspeito de causar as manchas de óleo que atingem as praias do Nordeste, desde o dia 30 de agosto.

A embarcação, que tem o nome de Boubolina, de propriedade da Delta Tankers, foi encontrada próxima do local das manchas, transportando óleo cru de um terminal de carregamento de petróleo da Venezuela.


A Operação Mácula, deflagada pela PF (Polícia Federal), por ordem do juiz Francisco Eduardo Guimarães, da 14ª Vara Federal de Natal, cumpre dois mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, nos endereços da Lachmann Agência Marítima e da empresa Witt O Brien’s. As empresas têm relação com o navio grego.

*Estagiário do R7, sob supervisão Ana Vinhas

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