Membros da Mesa Diretora são investigados pela Justiça
Autoridades têm o chamado foro privilegiado
Brasil|Do R7
Integrantes da Mesa Diretora da Câmara enfrentam investigações que tramitam perante o STF (Supremo Tribunal Federal). O novo 3º secretário, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), é investigado pelo Ministério Público Federal por suspeita de peculato. Denunciado, o parlamentar é acusado de envolvimento com irregularidades supostamente cometidas numa licitação na Secretaria de Educação de Alagoas.
O advogado do deputado, Antonio Nabor Bulhões, disse nesta segunda-feira que a denúncia é inconsistente e foi questionada.
— Ele mostrou e demonstrou documentalmente que não tem nada a ver com a licitação a não ser o fato de que a licitação ocorreu na Secretaria de Estado da Educação. Ele não participou da licitação, não foi beneficiado por nenhum valor. Estou absolutamente certo de que o deputado será excluído da investigação.
Eleito quarto suplente, Hidekazu Takayama (PSC-PR) foi denunciado pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento com desvio de verbas públicas na época em que exerceu o cargo de deputado estadual.
Cachoeira e Andressa passam lua de mel em resort com diária de mais de R$ 3.000
Após perder musa para Cachoeira, suplente de Demóstenes arranja nova namorada
De acordo com a denúncia que foi recebida pelo STF em 2011, Takayama teria nomeado funcionários para ocupar cargos em comissão em seu gabinete, mas essas pessoas teriam prestado serviços particulares.
— Não há qualquer prova de desvio de recursos públicos.
Como exercem cargos de deputado federal, tanto Maurício Quintella quanto Takayama têm o direito de serem investigados e processados perante o STF. Isso porque no Brasil autoridades como parlamentares gozam do chamado foro privilegiado no Supremo.















