Mês das noivas, maio é só o 6º no ranking de preferência para casamentos no Brasil
Maioria dos homens que vai para o altar tem entre 25 e 29 anos
Brasil|Do R7

Maio ainda conserva a tradição e a fama de ser o preferido das noivas, mas o mês vem perdendo espaço no calendário. Em 2011, maio ficou apenas na sexta posição da preferência dos casais que foram para o altar, de acordo com o estudo Estatísticas de Registro Civil, divulgado nesta segunda-feira (17) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em maio de 2011, o Brasil registrou 82,6 mil casamentos entre homens e mulheres, o que corresponde a 8% de todos os matrimônios ocorridos no País durante o ano.
O mês preferido pelos casais é dezembro, quando 123,6 mil casais foram para o altar, número que representa 12% do total. A segunda posição do ranking pertence a novembro, quando 99,1 mil casamentos foram realizados no Brasil.
Alguns motivos que colaboram para esse crescimento dos matrimônios no fim do ano são as férias e o pagamento do 13º salário, que ajuda a quitar os custos do casamento.
Idade na hora “H”
A maior parte dos homens que se casaram no ano passado era um jovem adulto, de acordo com o IBGE. Quase 285 mil namorados viraram maridos com esta idade tinham entre 25 e 29 anos.
Entre as mulheres que se casaram no ano passado, a maior parte tinha entre 20 e 24 anos, segundo o estudo. Cerca de 206,6 mil mulheres subiram no altar com esta idade.
Casamentos no ano
Nos 12 meses do ano, as uniões de homens e mulheres totalizaram 1,026 milhão, um crescimento de 5% na comparação com 2010, segundo o instituto. A maior parte deste total, 1,025 milhão, representam uniões de pessoas com 15 anos ou mais.
Com o resultado, aumentou o número de casais que deixaram de ser apenas namorados para se casar, o que é medido pela taxa de nupcialidade.
Em 2011, houve 7 casamentos para cada 1.000 habitantes. O Estado que lidera o ranking de casamentos é Rondônia, com 10 casórios para cada mil. Na segunda posição, está o Distrito Federal (9), seguido por Goiás e Espírito Santo (ambos com 8,6), São Paulo (8,1) e Mato Grosso do Sul (7,6).
Em 2010, essa taxa geral de nupcialidade era de 6,7. Na década de 1970, segundo o IBGE, o indicador atingia 13 casamentos para cada 1.000 habitantes.















