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Ministro chama Aécio de "playboyzinho" e diz que oposição faz propaganda com caso Petrobras

Gilberto Carvalho diz que governo corta 'na carne quando se verifica essa questão da corrupção'

Brasil|Do R7

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Ministro-chefe Gilberto Carvalho sobre Aécio Neves: "Eu morria de medo do playboyzinho ganhar a eleição"
Ministro-chefe Gilberto Carvalho sobre Aécio Neves: "Eu morria de medo do playboyzinho ganhar a eleição"

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, chamou o senador Aécio Neves, ex-candidato à Presidência pelo PSDB, de "playboyzinho" e afirmou que as denúncias de corrupção na Petrobras e as tentativas de envolvimento da presidente Dilma Rousseff são "propaganda, conversa e maledicência" de quem nunca teve coragem de "pôr o dedo na ferida como nós estamos pondo agora".

— Estamos cortando na própria carne, quando se verifica essa questão da corrupção.

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A declaração do ministro foi dada durante uma cerimônia em que foram assinados convênios com 21 associações e cooperativas de agricultura orgânica.

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Carvalho disse ainda que o governo sofre "perseguição e discriminação" por estar começando a devolver direitos para a maioria do povo brasileiro.

— Vamos sofrendo todo tipo de acusação, de bolivarianismo, de chavismo, de mais um monte de m... que os caras falam para poder fazer funcionar de fato o Estado em função da maioria. E foi isso que esteve em disputa nessa eleição. Eu morria de medo do playboyzinho ganhar a eleição porque eu tinha clareza que ia acabar essa energia que está aqui nesta sala. Isso não tinha condição de continuar porque não está nesse projeto.

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Para uma plateia de representantes de cooperativas de agricultura familiar e pessoal do próprio governo, o ministro declarou que não está em jogo nesse momento a questão da corrupção - "que sempre teve e nós estamos tendo a coragem de combater" - , mas o medo que a oposição teria de perder a "hegemonia do Estado brasileiro".

— O medo deles não é isso, não. É essa revolução silenciosa que se opera em todos os quatro cantos do País quando o povo vai descobrindo que ele é sujeito, autônomo, que tem capacidade de tocar a vida dele, que não depende mais dos dominadores, que ganha autonomia. É disso que eles têm medo e é por isso que temos que continuar nessa linha.

Ao final da cerimônia, o ministro saiu rapidamente e não quis falar com os jornalistas que o esperavam.

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