Mortes após exame de ressonância em hospital de Campinas (SP) intriga autoridades
.
Os três pacientes que morreram fizeram ressonância no crânio. Eles foram atendidos no mesmo dia, quase no mesmo horário e pela mesma equipe médica. Mas alguns fatos intrigam os investigadores: nem todos usaram o mesmo equipamento e a mesma medicação. A vigilância sanitária interditou em todo o Estado de São Paulo os lotes dos produtos usados pelas vítimas, e mandou amostras para análise no Instituto Adolfo Lutz. Segundo o diretor do Núcleo de Perícias Médicas do IML da cidade, um exame preliminar feito no sangue das vítimas mostrou que houve problemas na circulação sanguínea. Três dias depois das mortes em Campinas, outro caso chamou a atenção da polícia e da vigilância sanitária. Em Guaratinguetá, interior de São Paulo, um PM aposentado passou mal logo depois de receber o contraste na veia. Por precaução, a vigilância sanitária suspendeu mais três lotes do produto.
